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Com Dilma, Lula gerou a crise no Brasil de propósito


Por Ruben Guanais
Da página Trincheira da Liberdade

Vez ou outra, sai matéria na mídia dando ciência de recuperação da economia brasileira pós-impeachment. A cada vez que isso acontece, é inevitável a comparação entre Michel Temer e Dilma Rousseff. Nas redes sociais e sites de notícias, comentários indicando que teria faltado competência à "presidenta" se sucedem.

Números à parte, o que pensar de alguém que saúda mandioca, afirma ver sempre um cachorro atrás de uma criança e sugere que a solução para os problemas energéticos do planeta seria estocar vento? Entretanto, não foi Dilma e não foi por incompetência pura e simples que se quebrou a economia do País, nos levando a essa crise que se arrasta ainda hoje. Na verdade, tudo foi feito de forma meticulosa, propositada, conforme interesse da cúpula esquerdista.

Voltemos no tempo. Em 2010, a então chefe da Casa Civil foi escolhida a dedo por Lula para ser sua sucessora, e isso se deu em função do perfil: alguém com nulas condições de articular coisa alguma politicamente, o que a faria mero fantoche no Planalto, somado ao fato de que Dilma já foi Wanda, codinome de terrorista da época da VAR Palmares, com coragem para executar ordens em favor da "causa", sem titubear.

Tudo o que Lula considerou inconveniente fazer, pessoalmente, em seus dois mandatos, foi executado em seguida, via marionete, incluso enviar recursos vultosos ao esquerdismo de Cuba (o Mais Médicos, inclusive, foi planejado e acordado antes mesmo que o sindicalista chegasse à Presidência), Venezuela, Angola e Nicarágua, além de abrir os cofres do BNDES "como nunca antes...", favorecendo grupos empresariais e políticos, em troca de apoio. Mensalão é fichinha!

É claro que a irresponsabilidade fiscal, as estatísticas fraudadas, o keynesianismo barato e tantos outros despautérios e corrupções praticados durante o governo Dilma levariam a economia a uma crise absurda. O alto comando da esquerda, naturalmente, tinha plena convicção disso. Porém, não fosse o protesto popular, a reação da Fiesp, a atuação de movimentos como MBL e Vem Pra Rua, a Operação Lava Jato, e a entrada em cena de personagens como Olavo de Carvalho, Janaina Paschoal, Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior, entre outros, que culminou com o impeachment, agora seria (ainda tentam) o momento para o PT vender a volta de Lula ao Planalto, como "o cara" apto a "consertar" as "tolices" da "gerentona". "Sem que os pobres percam as conquistas sociais", diriam os petistas.

Lula com cada vez mais poder, Estado com cada vez mais intervenções, STF totalmente nas mãos. Não houvesse êxito a reação, uma sociedade em frangalhos seria o ambiente propício para a tirania. Importante entender que a esquerda foi destronada, mas continua viva e disposta e retomar o projeto de totalitarismo. E quanto mais consiga ferrar a economia, mais poder ao Estado assistencialista. "A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta um salame" - Friedrich Hayek.

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