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Para professora, comer carne perpetua o machismo

imposto sobre a carne

A professora da Universidade Estadual da Pensilvânia de Penn State, Anne DeLessio-Parson, acredita que "a masculinidade hegemônica implica um imperativo para comer carne". Ela escreveu isso em artigo acadêmico no Journal of Feminist Geography.

DeLessio-Parson chegou a esta conclusão após entrevistar 23 vegetarianos na Argentina. Ela perguntou aos entrevistados sobre como lidam com a cultura "centrada na carne" dos Estados Unidos e se enxergam o vegetarianismo como um ato político.

A decisão de se tornar vegetariana não desestabiliza o gênero, mas as interações sociais subsequentes entre vegetarianos e comedores de carne exigem a promulgação de gênero - ou resistência", explica ela em seu artigo. "Recusar a carne, portanto, apresenta oportunidades, em cada interação social, para que o binário seja questionado". Ela sugere que tal decisão de renunciar ao consumo de carne em um ambiente social pode ser um ato político de resistência contra o binômio de gênero (o masculino e feminino). 

Em uma entrevista, a professora argumentou que o vegetarianismo é uma maneira de resistência das mulheres contra o patriarcado.

A informação é do Breitbart 


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