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Para Jornal Nacional, foi ruim Trump cortar impostos

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De O Congressista 

Algumas coisas são vergonhosas no jornalismo, mas as vezes elas ultrapassam os limites. Um exemplo foi na noite de sábado (02/12/2017) na reportagem do Jornal Nacional sobre a Reforma Tributária de Donald Trump, aprovada no Senado norte-americano.

O corte de impostos, que será o maior dos últimos 30 anos, tornará mais simples o código tributário e aliviará o bolso das famílias norte-americanas. A medida possibilitará os residentes do país a pagarem menos impostos e usarem os seus salários da maneira pela qual desejarem. Ela também aliviará os empresários, principalmente os pequenos e médios, prejudicados pelo crescimento estatal ao longo dos últimos anos.

Ver uma diminuição nos impostos com certeza é um sonho de muitos brasileiros. Qualquer um, provavelmente, elogiaria políticos da esquerda à direita que proporcionassem um alívio ao bolso dos cidadãos. No entanto, parece que as coisas não são assim com os integrantes do Jornal Nacional e com autor da reportagem, o correspondente Jorge Pontual.

A apresentadora chamou a matéria destacando que a medida beneficiará principalmente as empresas e os mais ricos. Logo depois, Pontual pareceu lamentar o fato dos norte-americanos pagarem baixos impostos e por Trump diminuí-los ainda mais. Em seguida, a reportagem coloca em destaque um líder do Partido Democrata afirmando que o corte aumentará mais a distância entre ricos e pobres e que o texto não foi debatido, apesar da Reforma Tributária ser um tema de meses, como O Congressista informa há algum tempo.

Depois, Pontual lamenta que a medida prejudicará os norte-americanos por causa da diminuição do estado e de cortes no Obamacare, apesar dele, como correspondente internacional da Rede Globo, nunca informar o quanto os preços dos seguros de saúde aumentaram, como alguns municípios ficaram sem mais de uma opção de seguro e como muitos viram sua renda diminuir graças ao Obamacare, como O Congressista já mostrou.

O Jornal Nacional, que tanto se orgulha da sua suposta imparcialidade, com sua ânsia fanática em criticar o presidente norte-americano pelas coisas mais bobas possíveis, está se tornando um telejornal cada vez mais longe da objetividade e perto do fanatismo político, principalmente quando se trata de Jorge Pontual, que já errou por diversas vezes.

A promessa da Reforma Fiscal não é nova, na verdade ela vem quando Trump ainda concorria à nomeação do Partido Republicano e foi uma das teclas mais batidas durante a sua campanha. Os norte-americanos sabiam disso e queriam uma reforma fiscal porque o republicano prometeu trazer as empresas e, consequentemente, os empregos que se foram graças ao aumento das regulações e tributações. Para a Heritage Foundation, os postos de trabalho se foram principalmente por conta do aumento do governo.

Os Estados Unidos, que já foi o rei da liberdade econômica, após o crescimento do governo, tornou-se apenas o 11° mais livre no mundo e perdeu pontos em vários quesitos nos estudos sobre a facilidade de fazer negócios do Banco Mundial. Portanto, é importante cortar impostos e retroceder no aumento do governo para que o país volte a crescer.

Cortar impostos eleva a possibilidade das pessoas investirem e gastarem mais. Leva empresas a investirem mais e não aumentarem os preços de seus produtos. Ganha os trabalhadores que terão mais acessos a postos de trabalho e os consumidores que terão maior poder de compra.

Por fim, a grande questão que fica é: até quando o maior telejornal do país será tão fanático e apoiará algo simples: que os cidadãos gerenciam o seu salário da melhor forma que desejarem?

Dizer que o corte de impostos é ruim é praticamente chamar os telespectadores de otários.


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