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O centrismo da mídia é irresponsável e ignorante


Por Nicolas Carvalho de Oliveira

O câncer da mídia e o motivo pelo qual nunca podemos confiar nos seus especialistas é a sua inclinação para o centrismo, como se todos os personagens de todas as situações fossem inclinados a paz, que é só fazer um acordo ali e aqui, um aperto de mão e um cafezinho, que tudo se resolve. Muitas vezes eles não querem isso. Além de ser uma visão por demais ingênua e otimista (ou seja, irresponsável e ignorante), projeta uma raça humana utópica, sem paixões, ódio, ressentimentos e ganância.

Os nazistas não queriam ficar na deles. Como o próprio Hitler disse, ele foi a pessoa que mais escreveu sobre suas próprias intenções na história (no Mein Kampf de 1925) e mesmo assim achavam que ele queria a paz. Ele queria dominar a Europa, expulsar os judeus do continente (apesar de a princípio pensar em deportação, e não em genocídio) e conquistar o que ele chamava de "Lebensraum", espaço-vital territorial, na União Soviética. Mas a imprensa, cega pelo seu afã conciliador, insistia no pacifismo.

Os soviéticos não queriam a paz democrática na Europa Oriental pós-guerra. Eles queriam anexá-la, achavam que isso era um direito natural deles por terem vencido a guerra. Deu no que deu.

Os muçulmanos não querem a paz. Pra eles, a paz é a maior humilhação possível, porque a única forma deles adquirirem importância no cenário mundial é através das guerras religiosas. Eles não têm mais nada para preencher a alma - seus países são pobres, atrasados, e seus feitos como civilização são quase nulos. Pra eles só resta a luta, afronta e o ódio. É a única forma deles se verem com dignidade. Eles só vão desistir quando conquistarem o que almejam.

Pensem bem: desde que Maomé começou sua jornada em Medina no século VII, quando os muçulmanos desistiram de tentar dominar o mundo? Após a Revolução Industrial, a superioridade europeia ficou absurda demais, e o mundo islâmico se resignou perante a isso, como um lobo diante de um bando de homens armados. Mas quando eles têm as condições de combater, eles nunca escolhem a paz.

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