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Contra a ideologia de gênero, 600 mil pessoas protestam na Costa Rica

Líderes de cinco dos nove partidos com representação atual no Congresso da Costa Rica rejeitam a imposição da ideologia de gênero. | Conferencia Episcopal de Costa Rica.

O Ministério de Educação Pública (MEP) da Costa Rica anunciou que as escolas estatais do país ministraram uma disciplina chamada "Afetividade de Sexualidade" no décimo ano, equivalente ao ensino médio brasileiro.

A Igreja Católica se opôs a decisão: “Sentimos o dever de orientar o discernimento dos católicos sobre a chamada ‘Ideologia de Gênero’ promovida por diferentes órgãos governamentais, incluindo o Ministério da Educação Pública através do seu ‘Programa de Estudos de Educação para a afetividade e a sexualidade integral’ com o objetivo de doutrinar nossos filhos e jovens nesta linha de pensamento”.

Para combater ideias como a ideologia de gênero, a os católicos costa riquenhos se reuniram nas ruas de São José, capital do país, na II Marcha para a Vida e a Família. De acordo com os organizadores, 600 mil pessoas compareceram.

No chamado "guia sexual", que será ministrado para os alunos em 2018, consistem sete eixos temáticos: relações interpessoais; cultura, poder e responsabilidade; prazer como fonte de bem-estar; gênero; direitos humanos, saúde reprodutiva; e identidade psicosexual.

Uma das partes mais polêmicas é o da cultura, poder e responsabilidade, que cita a “importância que é dada às diferentes atividades em relação ao gênero”, referindo-se à ideologia de gênero.

Na seção sobre gênero, estão presentes conceitos como “atribuição de gênero”, “identidade de gênero” e “papel de gênero”. Já no eixo temático de identidade psicossexual, “a abordagem é feita sobre orientação sexual, construção de vínculos heterossexuais, homossexuais e bissexuais”. Já a seção sobre prazer “é sobre identificar e conhecer a diferentes partes do corpo e suas zonas erógenas”.

A informação é da Gazeta do Povo

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