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Brasil pode ter 40 mil terroristas nos próximos 20 anos


Por Tião Cazeiro
Do blog Muhammad e os Sufis

Na foto, a direita, vemos o Xeique Mohammad Al-Arifi, professor na Universidade Rei Saud e notório promotor da Jihad e do Wahabismo (e banido da Grã-Bretanha!). Esse xeique visitou a Liga Juventude Islâmica Mesquita do Pari (LJIMP), localizada na cidade de São Paulo, fato este noticiado pela própria página do Facebook da LJIMP, dia 26 de Janeiro de 2016 (leia aqui e aqui), com agradecimento à Lei Islâmica em Ação.

A famosa ativista libanesa-americana, Brigitte Gabriel, estima que mais de 20% dos Muçulmanos no mundo são radicais e que é praticamente impossível identificar esse grupo do restante da população Muçulmana. De fato, a maioria dos experts não concordam com esse número. De qualquer forma, Raymond Ibrahim, autor do best seller Al Qaeda Reader entre outros, e expert em Oriente Médio e Islamismo, explica isso muito bem no vídeo inserido no final deste artigo.

Mas primeiro, vou adiantar aqui uma pequena parte do vídeo para podermos raciocinar a partir de um detalhe importantíssimo que mostrarei mais adiante. Raymond diz o seguinte:

“Ninguém sabe ao certo, mas podemos fazer alguns cálculos conservadores. Há aproximadamente 1.5 bilhão de muçulmanos no mundo. Mas quantos são islamistas (radicais islâmicos ou terroristas)? Se apenas 10% forem islamistas, e a porcentagem provavelmente é maior, temos então 150 milhões de pessoas. Entre elas, quantas estão dispostas a tomarem atitudes violentas parar avançar a causa islâmica?

Estamos falando aqui da Al Qaeda, Estado Islâmico, Talibã, Hamas, Hezbollah, Boko Haram, Al-Shabaad entre outros grupos que enviam homens-bomba aos mercados, explodem carros-bomba em funerais, jogam ácido no rosto de garotas que vão à escola, assassinam irmãs ou filhas que desafiam a vontade do pai ou do irmão ou lançam aviões sequestrados em edifícios etc.

Este é um número muito difícil de ser ignorado. Então vamos novamente ser cautelosos e estimar que a porcentagem seja apenas 2% sobre esses 150 milhões. Ainda assim são três milhões de pessoas, três milhões de terroristas em potencial organizados por uma ideologia em comum e apoiados por muitas outras. A boa notícia é que centenas de milhares de muçulmanos não são islamistas radicais.”

Nota: Alguns autores discordam do termo “islamista”, porque consideram que o Alcorão per se já é radical. De qualquer forma, ela ajuda aos que ainda não estão familiarizados com o Islã.

Estou citando isso tudo porque um detalhe passou despercebido por muitos no vídeo publicado pela Mesquita Brasil. Quando o presidente da SBM (Sociedade Beneficente Muçulmana do Brasil), Nasser Fares, anuncia os projetos do Islamismo para os próximos 20 anos, além das cinco escolas islâmicas e outras mesquitas que pretende criar em São Paulo, e a ampliação da divulgação do Islã no Brasil, esse detalhe surge como uma bomba: a meta de conseguir 20 milhões de muçulmanos nos próximos 20 anos. Assista ao vídeo.



Uma perguntinha ligeira, de onde vem o financiamento para montar esse exército? Arábia Saudita?

Se a princípio calcularmos 10% de islamistas ou radicais, teremos dois milhões deles no Brasil em 20 anos. Mesmo sendo cauteloso e estimando a porcentagem em 2% apenas sobre esses dois milhões, teremos 40 mil terroristas no nosso País em duas décadas, prontos para explodir não só shopping centers como um estádio de futebol através de drones, como vários jornais da Europa já estão noticiando. E mais, é permitido que cada muçulmano tenha quatro mulheres, e em alguns casos chegam a ter 20 filhos numa única ‘família'. E apoiados na previdência social, como acontece na Europa.


O que fazer diante desses números? Qual o caminho mais curto para resolver esse problema rapidamente? Por que a sociedade se comporta como um avestruz, enfiando a cabeça no buraco? O Brasil é o segundo maior país cristão do mundo e o islã já assassinou mais de 60 milhões de cristãos ao longo de treze séculos. Será que isso ainda não é o suficiente?

Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch, provavelmente o estudioso do assunto mais famoso no mundo hoje em dia, em seu vídeo “Por que o ISIS ameaçou decapitar o ‘Papa do Islã‘?” disse o seguinte:

"...Agora o Estado Islâmico (ISIS) pediu a cabeça do papa. Se esse papa perdesse a cabeça alguém iria notar? Ele é uma desgraça para a igreja, para a civilização judaico-cristã e para o mundo o livre.”

Quem disse que a população brasileira não tem o poder e o direito de rejeitar o Islã no Brasil? De fechar as mesquitas, de expulsar do país aquilo que o irá destruir, como está acontecendo na Europa, por exemplo. Sim, existem muitos muçulmanos pacíficos, mas o Islã político é um problema, assim como o nazismo entre outros.

Benjamin Netanyahu:

“Nós já vimos isso antes. Há uma raça superior; agora há uma fé superior.”

Há mais de treze séculos o Islã persegue cristãos e judeus, impiedosamente. O Islã invadiu o Brasil e está impondo uma agenda que muitos classificam como um “empreendimento paramilitar totalitário” com vistas a transformar o País numa ‘República Islâmica’, onde cristãos e judeus, se não forem assassinados, terão que submeter-se à Sharia e viver subjugados à dhimmitude. E aqueles que não acreditam nisso estão redondamente desinformados, não conhecem a história do Islã e sua missão universal de converter a todos pela persuasão ou pela força (militar).

O Islã não se integra às sociedades que os recebem; não existe muçulmano brasileiro, mas sim muçulmano no Brasil. É uma invasão a longo prazo e irão tomar o poder custe o que custar e o tempo que levar. Até onde eu sei, ninguém conseguiu monitorar as mesquitas e o que é ensinado nelas. Tudo acontece nelas - é o quartel general.

Advogados, juristas, políticos, filósofos, intelectuais, líderes religiosos etc. que percebem o que estou dizendo, aliás, o que o mundo todo está alertando, que o Islã está antagonizando o mundo inteiro, precisam ajudar o Brasil, precisam colaborar parar afastar de vez esse conluio da esquerda com o Islã, e assessorar o país para que as mesquitas e o ensino religioso islâmico sejam proibidos de uma vez por todas no Brasil. Ou o futuro será o desastre.

Não podemos deixar para depois, para quando não tiver mais solução. Não vamos deixar a conta para as futuras gerações, elas com certeza irão julgar a nossa covardia.




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