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Após cortar impostos, Trump já está diminuindo o Estado

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Por Pedro Augusto

20 trilhões de dólares: este é o valor da dívida norte-americana. A maior marca de sua história graças a uma enorme elevação de gastos durante os governos de George W. Bush (2001-2008) e Barack Obama (2009 - 2016).

Durante a administração do republicano, o país se endividou em 8 anos mais do que a sua fundação no século XVIII até o ano 2000. Obama conseguiu o mesmo feito e ultrapassou o seu antecessor.

A sombra do endividamento norte-americano voltou a ser pauta após o corte de impostos de Donald Trump. De acordo com críticos, a reforma tributária trará consigo um déficit de 1,5 trilhão de dólares nas contas públicas.

Independente quem estiver correto, a dívida dos Estados Unidos é um tema que precisa não só ser debatido, mas de ações para reverter o seu quadro. Segundo a Heritage Foundation e o Manhattan Institute, ela chegará a 92 trilhões de dólares nos próximos 30 anos se nada for feito, um número que poderá significar a falência da maior economia do mundo.

Para impedir a chegada deste grande problema, Trump agora já dá indícios de qual será a sua nova prioridade após fracassar com a anulação do Obamacare e obter sucesso com a Reforma Tributária. Pelas últimas declarações do republicano e do presidente da Câmara dos Representantes Paul Ryan, a nova pauta será a diminuição do estado.

Recentemente, o presidente norte-americano chegou a declarar que  "Algumas pessoas realmente estão se aproveitando do nosso sistema e vamos olhar muito, muito fortemente para a reforma do bem-estar". Ele continuou: "As pessoas estão aproveitando o sistema e outras pessoas não estão recebendo o que realmente precisam para viver e pensamos que é muito injusto para eles".

Alguns nomes importantes do Partido Republicano também já falam sobre os próximos passos do governo, como o senador da Flórida Marco Rubio. Para ele, o próximo passo é remodelar a Seguridade Social e o Medicare.

"Muitos argumentam que você não pode reduzir os impostos, porque vai aumentar o déficit", mas temos que fazer duas coisas. Temos de gerar crescimento econômico, que gera receita reduzindo os gastos. Isso significará instaurar mudanças estruturais na Segurança Social e no Medicare para o futuro", disse Rubio.

Embora muitos ainda acreditem que os cortes no orçamento estão distantes, parece que Trump já começou a colocar em ação a sua reforma. O alvo será o Bem Estar Social que sofrerá um corte de 1,7 trilhão de dólares, de acordo com Bloomberg. Serão cortados também 200 bilhões de dólares do Programa de Assistência a Nutrição, 25% dos cupons de alimentação, 274 bilhões de dólares de outros programas de alimentação, 800 bilhões de dólares do Medicaid e mais 54 bilhões de dólares de outras partes de programas sociais.

E Trump não parou por ai, na verdade ele começou algumas reformas assim que tomou posse. Ele já congelou a contratação de funcionários público, além de lançar um plano que reduzirá os gastos do governo em 10,5 trilhões de dólares durante os próximos dez anos ao privatizar a Corporação de Rádiofusão Pública, eliminar a Fundação Nacional de Artes e Fundação Nacional para Humanidades, como também cortará financiamentos do Departamentos de Comércio, Energia, Transporte, Justiça e Estado.

Donald Trump, o candidato improvável, que ninguém esperava a sua vitória, parece que foi o nome certo para lutar contra um problema grande na política e economia norte-americana: o crescimento estatal e as lambanças dos governos anteriores de Democratas e Republicanos.

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