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Ex-líder do Partido Democrata lança livro sobre corrupção de Hillary e misteriosa morte



Por Willy Marques

Alguém acreditou que Seth Rich (o jovem assessor do Comitê de Campanha do Partido Democrata) foi apenas uma vítima inerme de assassinato durante um “assalto”? Provavelmente não. Nem a Donna Brazile. E ela resolveu escrever um livro contando tudo o que sabe sobre a corrupção da campanha de Hillary Clinton, porque tinha medo de ser a próxima vítima de “roubo seguido de morte”.

Em seu novo livro “Hacks: The Inside Story of the Break-Ins and Breakdowns That Put Donald Trump in the White House”, lançado terça-feira (7), a ex-presidente do Comitê Nacional Democrata (DNC), vem se tornando manchete dos jornais por suas controversas reivindicações sobre as eleições presidenciais de 2016 e a campanha de Hillary Clinton. Mas os pontos provocativos começam antes mesmo do primeiro capítulo, como Brazile por exemplo teria dedicado parte do seu livro a Seth Rich, o ex-funcionário do Comitê Nacional do Partido Democrata, cujo assassinato lançou uma série de dúvidas e teorias da conspiração.

Seth Rich, 27 anos, foi um jovem assessor político, e ao que tudo indica, pode ter vazado informações comprometedoras sobre os seus superiores, logo em seguida ele foi morto em julho de 2016, por dois homens – dois tiros na nuca – enquanto voltava tarde da noite a pé para sua residência em Washington, DC. O Wikileaks publicou milhares de e-mails do comitê duas semanas após sua morte. O que provocou teorias de que Rich havia fornecido informações ao Wikileaks e que sua morte teria sido uma maneira de puni-lo por isso. A sua morte ainda permanece um mistério e até bem pouco tempo atrás havia sendo explicada como um resultado de um típico assalto, muito embora nenhum dos seus pertences tivesse sido roubado pelos dois assassinos.

Os pais de Seth Rich escreveram um artigo de opinião para The Washington Post em maio: “Aqueles que sugeriram que o papel de Seth como analista de dados no DNC lhe deu acesso a um grande número de e-mails estão simplesmente errados”.

A Axios informou no último domingo que no local destinado à dedicatória do livro contém o seguinte: "Na lembrança amorosa de meu pai, Lionel Brazile; minha amada irmã Sheila Brazile; meus tios destemidos Nat, Floyd e Douglas (o melhor de Harlem), minha tia Lucille; meu amigo e mentor, David Kaufmann; e meu colega e patriota do DNC, Seth Rich (...) sinto falta de todos vocês". Seth Rich aparece em uma parte do livro de Brazile, na qual ela escreve que o assassinato dele a assombrou e que ela instalou câmeras de vigilância em sua casa e que manteve as persianas fechadas na janela do escritório para que não pudesse ser vista por atiradores.

Em um trecho, ela ainda escreveu sobre como a campanha de Hillary Clinton elaborou um acordo de angariação de fundos com o DNC (Comitê Nacional Democrata) e exerceu controle sobre o partido muito antes de Hillary Clinton se tornar a candidata oficial do partido.

Fonte: Newsweek

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