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[CRÔNICA] Dou risadas do medo que a mídia tem da "ameaça Bolsonaro"


A Revista Veja soltou hoje em sua página no Facebook a capa da nova Edição. Uma foto do rosto de Bolsonaro com a legenda:

"Com ideias extremistas e discurso insultuoso, o presidenciável já tem apoio de 30 milhões de brasileiros e consolida-se em segundo lugar nas pesquisas".

E na parte superior da capa outro destaque:

"REVOLUÇÃO RUSSA - 100 ANOS - O que 1917 representa nos dias de hoje".

Até aí já podemos tirar algumas conclusões óbvias e sabidas a respeito da posição da mídia brasileira. Mas é inevitável não rir e questionar algumas coisas...

É hilário ver o desespero de parte do povo e da mídia brasileira com a "Ameaça Bolsonaro", como colocou a VEJA em sua capa. Por quê tanto medo? É por ele ser militar e de direita?

Porque convenhamos, se for apenas pelo fato dele não segurar a língua dentro da boca e sempre exagerar em seu modo de falar, temos que realmente dar risada de toda essa histeria.

O que significa um Bolsonaro para um país que elegeu duas vezes um boçal, bêbado, semianalfabeto, que sempre falou bobagens, sempre fez piadas machistas, sempre foi um nojento, sempre proferiu discursos separatistas e apoiou ideias extremistas de esquerda? Além de ter sugado o Estado brasileiro e assaltado o bolso dos cidadãos com sua quadrilha.

A ameaça agora é Bolsonaro?

O que significa um Bolsonaro para um país que elegeu duas vezes uma ex-terrorista, que mal sabia falar diante do público e montar uma frase, que quebrou o país, que deixou milhões de desempregados?

Esse país agora está com medo de Bolsonaro?

Sim, temos que rir.

O medo e o desespero por uma suposta vitória de Bolsonaro como Presidente em 2018 só se justificaria por um argumento: o erro de se iludir novamente com o populismo. Bolsonaro já é "mito" antes mesmo de ser eleito. Já atrai multidões e possui seus seguidores, defensores e "bolsominions". Ainda não possui pautas claras sobre economia, mas apresenta algumas outras propostas que o povo está carente, como o combate à violência.

Como ainda falta consistência nas propostas e no discurso, pode ser que ele seja apenas mais um populista, só que dessa vez à direita. Seria tão prejudicial quanto o que já vivemos nesses últimos anos.

Ou pode surpreender a todos. Vamos aguardar. Um erro das pessoas atualmente é acreditar nos discursos politicamente corretos e se iludir com falsos bom moços. E tudo que é escrachado, realista e sincero demais assusta. O fato é que, até o momento, sabemos que o populismo não é a justificativa da mídia ao considerar Bolsonaro uma ameaça. Afinal, se surgisse um novo messias da esquerda e uma nova suposta salvação, a mídia e o povo que hoje está histérico, estaria em êxtase.

Mas nem Haddad, nem Ciro Gomes e muito menos Marina Silva conseguem ser essa salvação. É a esquerda hoje que não tem líderes. E eles sabem disso. Do outro lado, à direita, Bolsonaro ganha cada dia mais apoio do povo e já é o líder disparado nas pesquisas eleitorais. Só não divulgam isso no Datafolha. A verdade é que a direita ressurgiu. Ainda possui muitos defeitos, mas já é um ótimo sinal de equilíbrio para uma verdadeira democracia. Por mais que a mídia, atores globais e cia considerem o contrário.

Não sabemos o que será do Brasil com uma possível vitória de Bolsonaro. Mas uma coisa é certa: após anos de populismo de esquerda, de desvalorização da cultura, valores e moral, de economia quebrada, roubo escancarado, inflação nas alturas e desemprego, o povo quer arriscar o lado oposto. Mais que justo!

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