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[Um Ano do Impeachment] Os papéis do PT e do PSDB na guerra política brasileira


Por Pedro Henrique Medeiros
Autor convidado
Publicação original

Nos últimos vinte anos, as eleições no Brasil foram disputadas por dois principais partidos: um comunista (PT) e outro social-democrata (PSDB). Ambos de Esquerda.

Os candidatos de ambos os partidos ou tinham idéias da Escola de Frankfurt (PT), ou idéias da Fabian Society (PSDB), mas todos sempre socialistas e globalistas, submetidos a entidades supranacionais (Foro de São Paulo e Diálogo Interamericano, respectivamente) que possuem projetos de supressão da soberania dos países, seguidos de dominação e aculturação por parte dos grupos da Nova Ordem Mundial (Bloco Eurasiano e Bloco Ocidental).

A única diferença substancial entre o PT e o PSDB (além do Fato de serem de Blocos diferentes) é que o primeiro se declara abertamente CONTRA o livre mercado (interno) e CONTRA o livre comércio (externo), e o segundo não nega que seja A FAVOR do livre mercado (interno) e A FAVOR do livre comércio (externo). Às vezes, o segundo até diz isso abertamente, como parte da estratégia.

Somente esse simples silêncio sobre seu posicionamento em relação à economia, ou sua declaração explícita quando questionado, e a adoção de algumas privatizações por FHC, foram suficientes para que o PSDB fosse classificado e taxado como sendo 'de Direita' -- a despeito de toda a agenda cultural e social claramente esquerdista exposta publicamente no estatuto do partido, nos acordos internacionais assinados e na parceria com a ONU, OTAN, OMS, FMI, OEA, etc.

Para atrair votos de conservadores e liberais, o PSDB diz que é de Direita na economia, então levam os votos por falta de opção melhor. Mas os caciques do partido não escondem que são de Esquerda. Isso porque suas idéias no campo social e cultural são de Esquerda e porque precisam do apóio dos socialistas e dos liberais para avançar e implementar a agenda.

A seguir, ficará claro que até mesmo as políticas de livre mercado e livre comércio do PSDB favorecem os comunistas, e que os Blocos Eurasiano e Ocidental -- apesar de disputarem o poder no Brasil em eleições presidenciais -- são aliados numa estratégia maior. Ficará claro, também, que o Bloco Ocidental, em alguns pontos, é superior ao Banco Eurasiano, já que aquele tem mais dinheiro do que este. E que, em outros momentos, o Bloco Eurasiano supera o Bloco Ocidental.

No Gramscismo, não se propaga publicamente a idéia do livre mercado e de livre comércio (por motivos de manter os militantes socialistas enragés de várias vertentes aglutinados em torno no PT), mas, no Fabianismo, o livre mercado e o livre comércio são bandeiras que podem ser utilizadas para fins de propaganda (o que atrai os liberais e conservadores em torno do PSDB).

O motivo disto é que os fabianos sabem que a total planificação da economia impede o avanço tecnológico tão necessário para manter seus grandes investidores capitalistas no negócio e sabem também que combater a estatização mantém os liberais conservadores por perto. Já no caso dos marxistas, a estatização e planificação é defendida abertamente para manter os militantes socialistas iludidos e aglutinados, embora seja realizada gradual e lentamente para não espantar de uma vez os grandes investidores capitalistas.

Nos itens que concernem aos aspectos sociais e culturais, PT e PSDB são alinhados ideologicamente. Esse fato foi celebrado por Lula em 2009 num evento do IPEA.


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