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[Terrorismo] Brasileiro que mora em Madrid pede controle nas fronteiras e nos aeroportos


Por André Peixoto
Participação especial direto de Madrid, Espanha

Barcelona se recuperou rápido depois dos atentados que mataram 14 pessoas e deixaram 88 feridas no último 17 de agosto. Um mês depois, o cenário do terrível incidente voltou à normalidade. Pesquisas mostraram que duas semanas depois, “Las Ramblas” (um circuito turístico de passeio que vai desde a Plaza Catalunya até o centro nervoso da cidade e o antigo porto) voltou com seu ímpeto comercial, como um dia comum, como se nada tivesse acontecido. Apesar disso, o sinal de alerta foi ligado em todo país e as grandes cidades estão buscando maneiras de melhorar a segurança.

Perguntei a um policial em Madrid o que mudou depois dos atentados que traumatizaram Barcelona. E ele me disse: “Mudou pouca coisa. Mais trabalho e mais atenção”. Nas ruas da capital espanhola a população segue sua rotina e os turistas não param de chegar de todas as partes do mundo.

Um dia depois do ataque na região da Catalunha, a prefeitura de Madri começou a tomar as medidas de segurança propostas pelas autoridades e solicitadas pelas Associações de Moradores que moram na região central. Foram instalados grandes vasos de flor nas principais vias transitadas por pedestres – locais semelhantes ao de “Las Ramblas”. Outras cidades espanholas como Zaragoza, Sevilla, Santiago de Compostela e Granada também aderiram.

Vale lembrar que recentes atentados foram feitos da mesma maneira ao ocorrido em Barcelona. Em julho e em dezembro de 2016, em Nice (França) e Berlim (Alemanha), respectivamente, caminhões em alta velocidade tiraram a vida de mais de 90 pessoas.

O que foi feito até agora era o mínimo que poderiam fazer para dar uma resposta rápida à população. Sabemos que apenas isso não solucionará o problema. O trabalho do sistema de segurança deverá ser intensivo e os controles nas fronteiras e aeroportos também devem ser mais efetivos.

Com a desgraça alheia as grandes cidades vão aprendendo e começam adotar medidas de segurança para evitar que mais pessoas morram em atentados terroristas. É melhor prevenir do que remediar.

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