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[OPINIÃO] Homossexualidade não é doença, mas mídia cria mito e faz sensacionalismo


Por Pedro Augusto

A notícia que mexeu com grande parte da internet na segunda-feira (18/09) foi uma suposta liberação da "cura gay" ou da permissão para tratar a homossexualidade como uma doença. A notícia, obviamente, fez muito barulho no mundo virtual.

Tudo é um grande sensacionalismo, principalmente da grande mídia, que criou o mito da "cura gay" a fim de ganhar a guerra de narrativa, levando qualquer um que não se subjugar ao politicamente correto ser taxado de preconceituoso.

O juiz não autorizou cunhar a homossexualidade como doença! Ele concedeu a um grupo de psicólogos a possibilidade de um tratamento para reversão sexual a pessoas insatisfeitas com a sua sexualidade, algo proibido antes pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).

Quem resumiu bem o caso foi a também colunista de O Congressista Nivia Junqueira em seu Facebook.


Psicólogos adeptos a reversão não poderão obrigar ou simplesmente recomendar aos seus analisados às suas técnicas, mas poderão a partir de agora simplesmente ajudar e satisfazer os desejos de quem os procuram: os insatisfeitos.

Por que o CFP teria o direito de determinar as ações de uma pessoa insatisfeita com a vida a procurar mudança? Agora, quem estiver se sentindo desconfortável com sua sexualidade poderá exercer a liberdade de escolher o melhor para si e não ser coibido por um grupo de pessoas crentes em achar o melhor para a vida de outros.

Dentro dessa história, é interessante notar que o tão estudado e admirado por muitos Sigmund Freud, o pai da psicanálise, tenha teorias anti-homossexualidades, campo muito estudado cheio de adeptos.

A psicologia, diga-se de passagem, não é um corpo teórico único, mas uma área de estudo com diversas correntes, muitas das vezes totalmente opostas entre si. Como o conselho quer regulamentar algo tão diverso?

Antes que os analfabetos funcionais digam coisas que não foram ditas ao longo do texto, quero salientar que a questão  é tratar da liberdade de quem se sente insatisfeito e afirmar que a homossexualidade não é uma doença, porque, de fato, ela não é.

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