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[OPINIÃO] Um ano após Dilma cair, economia brasileira volta a crescer


Por Pedro Winnycius Caran

Muitos especulavam que, no cenário pós-Dilma, a economia retomaria seu nível de desenvolvimento, e felizmente essa previsão está se concretizando. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, no trimestre encerrado em julho, cresceu 0,6% dando um sinal ainda maior de que a economia está respondendo aos estímulos do mercado como um todo.

Um fator muito importante para esse crescimento do PIB é que o consumo das famílias cresceu 1,9% em relação ao trimestre móvel de 2016, quebrando a marca de 28 trimestres consecutivos de recessão. Outro fator importante deste estudo é o crescimento de 1,4% dos investimentos em junho.

Olhando para a agropecuária, um dos grandes motores que sustentam a economia brasileira até hoje, temos expectativas de que o PIB do setor chegue ao crescimento de 10,9% segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), sendo que no período de janeiro até junho deste ano, o crescimento do mesmo índice foi de 13,5%.

 As safras brasileiras estão bem otimistas, com previsões de fechar o ano em crescimento de 30,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se compararmos com o ano de 2016, a soja teve um aumento de 19,6% chegando ao recorde de 115 milhões de toneladas. Para o milho, esse aumento deve ser de 54,7% na produção, chegando ao nível de 98,4 milhões de toneladas.

Outros produtos onde a alta é estimada: café canéfora (33,3%), as três safras de feijão (40% - 26,9% e 7,2% , respectivamente), laranja (6,9%), algodão herbáceo (10,5%), a cebola (7,8%), cana-de-açúcar (1,3%) e as três safras de batata-inglesa (5,1% - 7,2% e 2,8%).

Portanto, a atual situação econômica do Brasil é melhor do que comparada ao mesmo período do ano passado, onde antes enfrentávamos recessões jamais vistas desde quando os dados são mensurados pelo (IBGE).

Fontes: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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