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[OPINIÃO] A esquerda odeia a meritocracia porque ela não tem mérito


Por Luiz Henrique Pissinin Rissi
Do blog O Destruidor de Mitos

Há pouco tempo atrás, Leandro Karnal, que tem o péssimo hábito de misturar verdades com mentiras, soltou uma das mais fétidas opiniões que só um esquerdista poderia ter, que "Lucifer seria o primeiro empreendedor". O raciocínio de Karnal só faz sentido para quem demoniza o empreendedorismo, que são aqueles cujo Deus é o Estado. Para estes, tudo que está no Estado é divino, santo, incorruptível, e o corruptor, segundo o selo Lula (asno) de qualidade, que Karnal por sinal deve aprovar, seria sempre o empresário.

É um pensamento esquizofrênico apesar de ter os seus adeptos. Sob a ótica dos estatistas, se o empresário quebra regras do tão louvado "Deus" Estado, ele só poderia mesmo ser um demônio. Mas na verdade os estatistas sempre tentaram e tiveram essa sanha por dificultar o trabalho do empreendedor, daí que surge a necessidade de quebrar as regras.

O primeiro empresário do mundo moderno na realidade foi chamado de burguês. E ainda se ensina assim até hoje, inclusive em faculdades, que as inovações feitas pra serem vendidas são dispensáveis. Imagine um mundo sem os tão demonizados "burgueses". Um mundo sem coisas tão "fúteis" como ventiladores, carros, luzes, ar condicionado e todas essas "mazelas" que os privilegiados do Estado julgam tão inúteis mas não vivem sem.

Chamar o empreendedor de burguês e de Lúcifer e ao mesmo tempo gozar de tudo do melhor que estes podem proporcionar através do tão demonizado comércio são coisas que somente os amantes do Estado e do retrocesso podem fazer. E não é segredo algum que isso é o que a esquerda sempre fez.

Me espanta que em pleno século XXI ainda se venda essa imagem dos empreendedores nas escolas e universidades por supostos "filósofos" e "intelectuais". O uso ainda nos dias de hoje de termos como "burguesia" e "classe dominante das sociedades capitalistas" é tão antiquado que chega ser difícil compreender por que ainda são usados como sinônimo de algo ruim.

A realidade é que os empreendedores sempre foram considerados como algo ruim pelos detentores do poder porque estes sempre se sentiram ameaçados. Aqueles que criam coisas úteis jogaram na vala da quase inutilidade os burocratas inúteis, que perderam o controle total sobre a sociedade e, nos países mais livres, tiveram de dividir sua notoriedade com os empreendedores. Isso, por sinal, os irritam profundamente.

Afinal, pra que uma sociedade onde as pessoas são livres para enriquecer ou empobrecer de acordo com seus trabalhos, suas ideias e suas competências - conjunto de fatores que chamamos de meritocracia? Para os nossos queridos esquerdistas bom mesmo é a estabilidade e os privilégios do serviço estatal em que não te julgam pelo seu desempenho e nem pelo que você tem a oferecer, enquanto se tira da sociedade, inclusive dos pobres que trabalham fora desse cerco dos privilegiados estatais, os impostos.

"Jornalistas", "jornais", "filósofos", "intelectuais" e "artistas" são premiados pelo mesmo "santo Deus" Estado moderno por suas excrescências em sua defesa, afinal eles não conseguem se sustentar através de seus méritos. Para estes cabe bem divulgar a ideia de que o empreendedorismo (e o capitalismo e a liberdade surgida junto com ele) é algo ruim, mesmo que de maneiras disfarçadas.

Haja estômago para lidar com essa gente doente.

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