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[OPINIÃO] Assassinato de bebês com síndrome de down na Islândia lembra nazismo


Por Davi Alves

Após os acontecimentos em Charlottesville, muitas pessoas têm falado sobre nazismo, racismo e preconceito esta semana, na maioria das vezes com um discurso politicamente correto, similar a dos correspondentes da Globo e de outros membros da imprensa, bastante ridículo. 

Mas quando realmente existe um local onde uma posição que lembra os nazistas, e preconceituosa, está em ação e sendo executada, a mídia se cala, finge que é cega e surda, ou talvez concorde. Estou falando da Islândia, que está assassinando explicitamente seus bebês com síndrome de down. Isso mesmo, é quase um genocídio visando ter uma sociedade geneticamente melhor e “progressista”. 

A informação de que o pequeno país está fazendo isso foi divulgada na rede globalista americana CBS, que comemorou o feito. Também comemorando as autoridades islandesas expressaram que “a síndrome quase foi erradicada da população da Islândia”. Não, eles não estão acabando com a síndrome, só estão assassinando as pessoas que sofrem com ela. 

A realização deste ato criminoso possui o mesmo nível de horror e não tem qualquer diferença ao que os alemães nazistas faziam no extermínio de bebês que não eram arianos, ou alguém que queira abortar pelo fato do bebê ser do sexo masculino ou feminino. Diferente de um racismo contra negros e uma homofobia que só existe na mente dos esquerdistas, o preconceito contra esse grupo de pessoas neste caso é explícito, e como observamos, agora existe um governo fazendo isso.

As autoridades não falaram apenas que erradicaram as crianças com síndrome de down. Também foi citado que isso é um avanço para a medicina. E aqui eu faço uma pergunta: levar bebês a óbito é um avanço da medicina? Isso tem nome, chama-se genocídio segregacionista. 

Quase todo mundo conhece uma criança com síndrome de down. Se você conhece, sabe o quanto feliz e amáveis elas são. O verdadeiro avanço da medicina conseguiu fazer que essas maravilhosas pessoas sejam capazes de viver 60 anos ou muito mais. E o melhor de tudo, 60 anos ou muito mais com uma vida eficiente, estudando, trabalhando e contribuindo de todas as formas possíveis.

Seria bom que todo esse discurso dessas pessoas politicamente correta que criticam os “homens maus” de Charlottesville, no Twitter e em outras redes sociais, fossem um discurso real empenhado a criticar os verdadeiros homens maus, os verdadeiros preconceituosos, como esses da Islândia. 

Todos os países e todas as autoridades estão completamente calados enquanto essa “higiene genética” acontece há uma década.  O que nós podemos fazer em defesa dos bebês islandeses que já se foram é lutar para que tal monstruosidade não seja adotada por outros países.

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