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Procedimento de mudança de sexo em crianças faz mal a saúde, apontam estudos


Por Pedro Augusto

Talvez a bandeira que os movimentos progressistas mais tentarão impor na cultura brasileira nos próximos anos é a da gênero, também conhecida como Ideologia de Gênero.

Diversos debates - ou melhor, propagandas já que debates são ideias contrárias em conflito- são realizadas na grande mídia brasileira, em sites, universidades e tantos outros meios. Geralmente, nessas discussões, jamais ou quase nunca são chamadas pessoas com ideias contrárias para falar do tema.

E entre as várias sub-temáticas dentro das questões de gênero, está a transexualidade na infância e adolescência, assunto que inclusive já foi tema de um  programa popular nas manhãs da televisão aberta. De acordo com os defensores deste ponto de vista,  crianças já podem escolher se identificam-se como meninos ou meninas e até optar por mudar de sexo, embora pessoas nessa faixa etária não atravessem uma rua sozinhas por causa de sua enorme imprudência.

No meio destes debates, algumas verdades precisam vir à luz para a sociedade e principalmente para os defensores da existência dos gêneros, que geralmente rotulam de preconceituosos àqueles que possuem uma opinião diferente.

Dentro desta temática, a médica Michelle Cretella, presidente do American College of Pediatricians em um texto para o site The Daily Signal, mostrou os perigos do tratamento de mudança de sexo para crianças.

Cretella afirmou que os estudos sobre a existência do cérebro trans tem sérios defeitos e provam nada. Pesquisas realizadas com gêmeos mostram que se o DNA e os hormônios pré-natais determinassem a transgeneridade, deveríamos esperar que em quase 100%¨dos casos se um gêmeo se identificasse como transgênero, o outro faria o mesmo. O maior estudo sobre o caso publicado em 2013 pelo médico Milton Diamond, aponta que em apenas 28% vezes em que um dos gêmeos é transgênero o outro também é.

A médica também aponta que o Manual de Sexualidade e Psicologia da Associação Pediátrica Americana, mostrou que entre 75% a 95% dos adolescentes que possuem alguma confusão sobre sua identidade sexual, aceitam o seu sexo biológico no fim desta fase da vida. Estima-se que nos meninos a taxa chegue a 98%, enquanto nas meninas 88%.

Outro ponto, é que segundo um estudo publicado na revista The New Atlantis, os bloqueadores da puberdade (usados em tratamentos para mudanças de sexo), mesmo aqueles seguros para os casos de puberdade precoce, não são seguros, aumentam o risco de fraturas nos ossos no começo da fase adulta, câncer testicular, obesidade e impacto no desenvolvimento psicológico e cognitivo.

Além disso, em seu artigo ela aponta que inexiste casos de crianças com disforia de gênero que tenham deixado de usar medicamentos hormonais. O único estudo sobre o tema mostra que todos os diagnosticados que foram tratadas com bloqueadores, continuaram expressando a identidade transgênero e passaram a ingerir hormônios de cruzamento hormonal. A médica também diz que este número sugere que o protocolo médico em si pode levar os jovens a se identificar como transgênero.

O uso de hormônios de cruzamento sexual acarretam em riscos para a contração de diabetes, câncer, doenças cardíacas, coágulos sanguíneos e hipertensão arterial, segundo estudo com adultos.

Os riscos de suicídio é um motivos pelos quais muitos defendem as cirurgias de mudanças de sexo nas crianças e adolescentes. No entanto, um estudo sueco revela que a taxa de suicídios em pessoas que fazem a mudança de sexo é vinte vezes maior em relação a população em geral.  Além disso, estima-se que 90% desse grupo que tire a sua vida já foi diagnosticado antes com alguma desordem mental e não há provas claras que sejam por motivos de preconceito, perseguição etc.




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