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[OPINIÃO] Portugal pode parar no fundo do poço igual o Brasil por culpa do governo de esquerda


Por Rudi Guimarães

Que Portugal foi uma superpotência, e o primeiro império colonial europeu a existir, como também o último, nós já sabemos, mas a questão é: como está a nação que gerou o Brasil, no comando de uma das maiores aberrações chamadas de governo na Europa Ocidental? Como andam as aventuras de um primeiro-ministro, que usa de uma espécie de lulismo lusitano para esconder a realidade dos portugueses? Bom, isto veremos aqui neste artigo de opinião.

Portugal passou por uma grave crise econômica há pouco tempo, causadas principalmente pelo intervencionismo econômico do próprio estado português, seu endividamento público alto, e o que ninguém diz também, pela própria limitação que se criou na economia portuguesa ao fazer parte da zona do Euro, e este último trataremos em outro artigo aqui mesmo n’O Congressista, mas o que poucos dizem após a recuperação da economia portuguesa, é sobre seu esforço, e como também se criou no pós-crise, um dos governos mais parasitários e mentirosos da Europa.

Com a queda do então governo socialista na época da crise, em muito por escândalos de corrupção, entrou um homem que mudou o seu partido, PSD, em todos aspectos, apoiado por uma juventude formada majoritariamente de liberais, conservadores e monarquistas, propondo medidas altamente liberalizantes para a economia lusa vindo de encontro com o que faltava há muito tempo em Portugal, um representante digno para a centro-direita.

Não é de espanto que Passos Coelho, líder até hoje do PSD tenha se tornado então primeiro-ministro (2011) de um país em chamas, com acordos e um resgate já em vista, como também não é espanto algum ver que este, além de cumprir o acordo, fez um esforço muito além do que foi pedido pela Troika.

Na gestão da coalizão PSD/CDS foi implantando um corte de gastos que era o dobro do proposto pela Troika, e suas privatizações ia muito além do pedido, chegando no primeiro ano a serem privatizados 70% das estatais portuguesas, suas agências de regulação se tornaram autônomas do governo, e os impostos indiretos foram diminuídos, tendo porém os impostos diretos aumentado, e um robusto corte de pensões e aposentadorias, e uma reforma trabalhista.

Não à toa que Portugal avançou na recuperação mais que sua vizinha Espanha, como também, não atoa fez um belo desempenho em autonomia de gerir um problema que em partes tinha culpa os governos portugueses, além desta área econômica, Passos também pensou na área de educação, melhorando-a de maneira ímpar com Nuno Crato como ministro, e na área da saúde implementou um sistema com parceria privada que melhorou a saúde pública.

Porém, o gosto amargo da austeridade fortemente implantada, não agradou a maioria dos portugueses, e a mídia toda comandada praticamente pela esquerda, não cessou em fazer ataques ao governo, chegando mesmo a comparar com o ditador nacionalista português, António de Oliveira Salazar, que também implantará um rigor fiscal para colocar a economia portuguesa nos trilhos.

As eleições legislativas de 2015 vieram, com as sondagens todas dando como certa a vitória do Partido Socialista e o seu retorno ao poder, o que se mostrou totalmente o contrário, a coalizão de centro-direita ganhou, porém não com a maioria do parlamento, estando então em ameaças de cair, o que obviamente causou uma turbulência em Portugal, pois os três partidos de esquerda que jamais se uniram, agora estavam prontos para se unir contra o ‘’extremismo’’ de Passos Coelho e suas reformas, o que de fato ocorreu, e fora apelidada de ‘’geringonça’’.

Não tardou para que eles revertessem muita das reformas e até impedir a privatização total que iria ocorrer na TAP, a deixando uma empresa de capital misto, semelhante a Petrobras, e aumentar de forma contínua a dívida pública, não deixando porém de acabar com austeridade, tão apregoada de má, que fora alvo de ataques incessantes por parte da esquerda. Resultado: Portugal vem vivendo uma fantasia que pode acabar como no Brasil, a coligação de esquerda voltou a aumentar os impostos indiretos, e parou com as reformas de Passos Coelho, a economia portuguesa voltou a cair no ranking de liberdade econômica, e a política de subsidiar crédito voltou à tona, dívida pública portuguesa volta a bater recorde de crescimento, mantendo porém a política anterior de aumentar com as exportações.

O resultado de toda está receita, nós já sabemos onde vai parar, e o quanto os portugueses voltaram a sofrer com esses devaneios da esquerda feliz, que promete o impossível há um país hoje que tem suas forças armadas sucateadas, dependente da União Européia, principalmente por ter abandonado sua moeda própria, ainda muito endividado, tendendo a se endividar bem mais, incapaz portanto de uma virada rápida de todo seu quadro na esfera global de forma imediata.

Como podemos não só ver, a esquerda que é um parasita enquanto governo, acaba de agarrar novamente sua vítima, Portugal, e os resultados ao longo prazo já podemos ver de longe, mas com tudo isto a acontecer em nossa amada pátria-mãe, há uma esperança que as próprias investigações da Lava Jato venham dar uma respiração e alento para Portugal, desmascarando mais uma vez quem é o Partido Socialista, este que em outro artigo iremos abordar, o quanto mal já fizeram aos portugueses, resta agora esperar as autárquicas e ter uma dimensão de como vai realmente a popularidade da Geringonça, e sua possibilidade de se manter após as legislativas.

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