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[OPINIÃO] Netanyahu acerta ao desmascarar mídia "fake news" de Israel


Por Rudi Guimarães

Benjamin Netanyahu foi o homem responsável pelo maior plano de liberalização econômica que Israel viu, como também foi o líder da direita a praticamente sepultar a esquerda do cenário político em Israel, graças ao sua carisma, credibilidade, esforço e empenho em trazer prosperidade e independência ao seu país tão atacado no mundo todo, das maiores injúrias que se possa imaginar.

Desde o início do ano ele vêm de forma sistemática sendo acusado de corrupção e abuso de poder, muito dos quais se indica que não possa nem mesmo incorrer em algo grave contra si, porém a mídia que sempre foi odiosa com o líder direitista não tarda em fazer manipulações do caso, chegando a usar partes de uma conversa gravada frisando partes que eles acham suficientes para provar algo.

Não bastando isso, um caso que já estava mostrando que não tinha nenhuma relação com o primeiro-ministro teve um incremento a mais: o ex-ministro de defesa, Moshe Yaalon acusa Netanyahu de corrupção e envolvimento direto em favorecimentos, na compra de submarinos alemães, lembrando que este é um forte crítico do governo.

Um retrospecto 

Antes de Netanyahu assumiu o poder em 2009 - ele já estivera neste mesmo posto como primeiro-ministro no período de 1996-1999 - e ali começou um robusto trabalho de controle das contas públicas e uma liberalização econômica que proporcionou a Israel que no futuro se consolidasse como um oásis na área tecnológica, se destacando nas Startups.

Com todo este trabalho austero de uma reforma num estado que foi por décadas socialista, portanto inchado e interventor, ao ponto de impedir o florescimento de um capitalismo vibrante, está imagem de forte defensor de Israel ao ponto de colidir até com presidente americano já vêm deste tempo.

Ele chegou a não se dar bem com Bill Clinton, chegando este último a dizer que o israelense se portará como o homem mais poderoso do mundo, contrastando então com seu cargo, que julgará como principal posto.

Mas como na atualidade tal governo de orientação direitista passou a ser alvo de denúncias de corrupção, que não tinham provas suficientes para ir adiante, mas que foi o bastante para fazer sua popularidade cair de forma acentuada, Netanyahu foi derrotado nas eleições pelo opositor de esquerda em 1999.

Após se retirar da política, ele acaba por retornar em 2003 como ministro das finanças do governo de outro direitista, e muito polêmico, Ariel Sharon, e assim foi de novo subindo na confiança dos israelenses que passaram a ver os pontos positivos de sua gestão. Depois saiu do governo e passou a ser oposição.

Em 2009 volta ser primeiro-ministro de Israel, ficando famoso no mundo todo por suas trocas de farpas com o então presidente americano na época, Barack Obama, não à toa, levando em conta que nas mãos de Obama os EUA se comportou como inimigo de Israel não-declarado.

Netanyahu vêm deste este tempo dirigindo Israel de maneira ímpar. Está reforçando os laços diplomáticos com o mundo todo, fazendo enormes incursões diplomáticas pelos países, agindo como um homem que ama e é uma liderança de fato de Israel e do povo judeu. 

Suas transformações na área econômica são mais que visíveis. Ele conseguiu promover o livre mercado e a austeridade como princípios, e seu conservadorismo e amor ao povo preservou Israel de muitos ataques injustos e de cunho antissemita no mundo todo, e fez atrair para os judeus acuados em outros lugares o retorno tão sonhado para sua amada terra.

Mídia e Netanyahu


Como deu para perceber, a popularidade e as benesses do governo Netanyahu são vistos de maneira clara. Porém, mais do que isso, outro ponto muito forte a prestarmos atenção é o forte laço que a direita conseguiu construir com os israelenses, e o quanto isto preocupa a esquerda que há anos está afastada do poder.

Netanyahu conseguiu de forma sábia destruir a esquerda, tanto que os possíveis substitutos dele são personagens também de direita ou de centro-direita, passando bem longe daquela velha esquerda que fez Israel assinar acordos danosos e ameaçadores a própria existência como nação.

Outro ponto a ser notado é a relação ruim que o líder de direita tem com esta mesma mídia que nunca cessou de ataques de todas as formas a pessoa de Netanyahu, até chegando a entrar na sua vida particular para minar qualquer chance de continuidade dele à frente do estado hebreu. E agora a mais nova tentativa em minar sua reputação foi dada, de maneira mais incisiva das outras que se passaram.

Nenhuma das investigações chegaram a uma conclusão que incrimine o primeiro-ministro, muito pelo contrário, chegando ao ponto de isentá-lo, ou de no mínimo não chegar as conclusões das mais variadas que a mídia vêm a imputar, dando certezas e conclusões precipitadas, mas o cúmulo não fica por aí.

Como a imagem acima bem mostra, Netanyahu deu uma entrevista a um famoso e popular canal Israelense, onde fora feita manipulação da entrevista quando veio ao ar, e logo o líder hebreu contra-atacou as farsas e manipulações feitas de maneira bem superior, mostrando ao público israelense que todo esse entusiasmo por sua saída ou criminalização anterior a qualquer resultado tem motivo. E este é o retorno da cambaleada esquerda israelenses, vista pela população como uma traidora da nação.

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