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[CRÔNICA] Johnny Depp insinua assassinato de presidente por um ator. Falta "paz e amor" aos progressistas


Terça-feira. Nove e meia da noite. Pernambuco. Hoje, 4 de Julho, é o dia da independência americana. E o que eu quero discutir hoje são os Estados Unidos e sua política. Desde a eleição presidencial, onde como todos sabem Donald Trump saiu vitorioso, membros do Partido Democratas, os “progressistas” daquele país, têm feito de tudo abertamente para cometer crimes contra os partidários do Partido Republicano e qualquer outra pessoa que fale bem do atual presidente Donald Trumo. As perguntas que faço é: por que isso? E até quando?

Desde a posse já houve coisas como uma produção na “Theatre in the Park” em Nova Iorque onde uma peça possuía um Júlio Cesar com uma aparência extremamente parecida com a de Trump, onde era assassinado todas as noites. Do mesmo modo, teve também a comediante Kathy Griffin segurando a cabeça decapitada e ensanguentada do atual presidente em uma foto ridícula. E há alguns dias o ator renomado de Hollywood Johnny Depp perguntou a uma grande multidão durante um festival no Reino Unido: “quando foi a ultima vez que um ator assassinou um presidente?”.

Claro, acredito que quase todos sabem a resposta disso: foi em 1865, quando John Wilkes Booth, um democrata, atirou contra o presidente Abraham Lincoln no Ford's Theatre em Washington, DC, como vingança pela a União ter vencido a Guerra Civil. O problema é que Depp não estava realmente perguntando - era puramente retórico, para dar um impulso à sua audiência. Talvez, Johnny Depp realmente acredite que ele é o Jack Sparrow (Piratas do Caribe), que sempre derrota seus inimigos e ganha no final, não uma estrela amedrontada.  Diferente dos seus filmes, isso aqui é real e suas palavras provavelmente receberão alguma atenção do Serviço Secreto, que levam as ameaças de morte contra o presidente muito a sério.

O verdadeiro problema com celebridades relativamente inofensivas é que eles inspiram indivíduos mentalmente instáveis a fazerem as coisas com suas próprias mãos. Como o atirador (que foi um apoiador do socialista Bernie Sanders nas eleições, e até trabalhou na campanha do mesmo) que feriu deputados americanos durante um treino de beisebol. Indivíduos que não toleram pontos de vistas opostos, ou muito menos uma filosofia política diferente da sua.

Por exemplo, surgiu ironicamente nos Estados Unidos um grupo chamado "Antifa" (Liga Anti-fascista) muito semelhante aos blackblocs aqui do Brasil, que regularmente vai a eventos que afirmam ser "odiosos" e tentam fechá-los, geralmente com violência e vandalismo.  A ironia é que eram os nazistas de Hitler e os fascistas de Mussolini que fechavam violentamente os eventos políticos de seus oponentes.

Esse tipo de coisa está presente até mesmo em políticos americanos, como por exemplo Phil Montag, um funcionário do Partido Democrata que foi pego falando em um áudio que estava feliz porque o deputado Steve Scalise foi baleado no treino de beisebol e ainda desejou que ele morresse. Tudo isso por ter uma opinião política diferente?

Para que tanta raiva? Os seguidores de Hillary Clinton e do Partido Democrata estão protestando revoltados nas ruas desde a vitória de Trump, certamente não praticando a paz e o amor que eles tanto pregam. Quem não se lembra de Madonna declarando descaradamente a uma multidão de pessoas com chapéus de gatinho que ela tinha desejos de explodir a Casa Branca?

Apesar das afirmações da própria Clinton de que um candidato que não aceita os resultados de uma eleição democrática é um perigo para a sociedade, os democratas “progressistas” continuam não aceitando, mais uma vez. A pergunta é: até quando?

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