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[CRÔNICA] Caiu a máscara dos militantes do PSOL após Sergio Moro condenar Lula a prisão


Por Wilson Oliveira

Que os militantes do PSOL são jovens defensores da legalização das drogas, feministas defensoras da liberação geral do aborto e sindicalistas esquecidos pelo PT não resta a menor dúvida. E que eles se dizem "oposição à esquerda dos governos petistas" também já sabíamos. Mas o que poderia suscitar alguma dúvida em muita gente era sobre como eles reagiriam à condenação dada pelo juiz Sergio Moro ao ex-presidente Lula. De moderado, os esquerdistas psolistas que conheço não tiveram nada. A reação foi exatamente na mesma proporção da revolta daqueles eles se diziam opositores. Sobrou pro juiz Sergio Moro, pro Ministério Público, pro STF, pra Globo, pro PMDB, pro PSDB e até para o presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

Se eles se orgulham de militarem em um partido "limpinho", que nunca se envolveu em escândalo de corrupção, o mesmo não pode ser afirmado após a sentença de nove anos e seis meses de prisão dada por Moro a Luis Inácio Lula da Silva. Vi psolistas falarem que isso foi a "continuação do golpe" aplicado em Dilma Rousseff. Também vi psolistas afirmarem que a Lava Jato está comprometida em proteger a dupla PMDB e PSDB, chegando a culparem Sergio Moro pela não-prisão de políticos desses dois partidos, se esquecendo que se alguém possui foro privilegiado, este alguém só pode ser condenado pelo Superior Tribunal Federal.

E quando eu achava que já tinha escutado de tudo, um teve a ousadia de reclamar, ainda que em tom de zoação, do fato de a Lava Jato "não ir aos Estados Unidos investigar o presidente Donald Trump". O que deixa claro que, em tom sério ou em tom de brincadeira, eles estão dispostos a defender Lula e o PT, considerando todo o seu legado, seja na ação a favor de pautas econômicas e sociais da esquerda, seja na herança de roubo aos cofres públicos, ao saque na Petrobras e ao projeto totalitário de aparelhar todas as vertentes do poder estatal.

Quando alguém afirma que "pelo menos o partido não é corrupto", é preciso ver o que está por trás desse discurso. Me parece muito com as "viúvas" do ex-governador do Rio de Janeiro Lionel Brizola, que gritava contra os corruptos mas agia a favor dos traficantes de droga. Apesar de não estar envolvido em nenhum escândalo de corrupção, o PSOL até outro dia era um fiel defensor da ditadura chavista na Venezuela. É possível afirmar que lá não há corrupção? Lógico que não, até mesmo porque basta se informar um pouco que seja sobre a situação venezuelana para percebermos como a justiça de lá miseravelmente está sempre dando pareceres favoráveis ao governo, mesmo diante das maiores evidências de abuso de poder - que tem levado cidadãos ao óbito, inclusive.

Como dizia a filósofa libertária Ayn Rand, "quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando você comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando você perceber que muitos ficam mais ricos pelo suborno e por influência do que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que ficam protegidos de nós; quando você perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada". O PSOL trabalha pela condenação da sociedade brasileira e, pelo menos no RJ, já conseguiu um bom número de militantes para esse trabalho sujo.

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