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Em dois dias, Rodrigo Maia fica forte e volta a ficar fraco para concorrer a presidente na eleição indireta


Na última quarta-feira (24), a coluna Informe, do jornal O Dia, noticiou que o nome de Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, ganhava força para a hipótese de concorrer numa eleição direta à presidente da República caso Michel Temer sofra mesmo uma queda. O motivo seria a postura de Maia ao defender com todas as letras que a agenda de reformas seguiria na Câmara apesar da crise política.

Mas no dia seguinte, portanto na quinta-feira (25), a coluna Radar, da revista Veja, informou que o nome de Maia voltou a ficar fraco entre os próprios parlamentares pelo fato dele não ter mostrado nenhuma habilidade para controlar a briga ocorrida em plenário entre deputados da oposição e do governo, que chegaram a trocar empurrões e quase foram as vias de fato. Como já noticiamos, o nome mais forte até o momento é o de Nelson Jobim, ex-ministro dos governos Lula e Dilma.

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