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[CRÔNICA] Questões que precisam ser respondidas sobre o presidenciável João Doria



Por Steven Grenier
Moderador do grupo Direita Liberal

Questões a se fazer sobre o presidenciável Dória!

Sabemos que ele é contra o porte de armas, mas está provado que o desarmamento causa maiores taxas de violência. Como gestor, Dória deve saber que mesmo o estado sendo muito eficiente, não pode estar em todo lugar quando se precisa. Qual seu posicionamento sobre o direito de legítima defesa e possível revogação do estatuto do desarmamento?

Dória se declara um gestor, social democrata eficiente e defensor da justiça. Que perfil ideológico ele escolheria para nomear um Ministro do STF?

Dória foi aos Emirados Árabes atrás de investimentos estrangeiros e teve até oportunidade de conversar com um príncipe, aumentando e promovendo com isso a influência do Islã no mercado e na cultura brasileira. Qual seu posicionamento sobre a lei de imigração "recomendada pela ONU"? O que tirar sobre o exemplo da Europa?

Que opinião Dória tem sobre o Islã, tendo em vista que esta teocracia possui outra percepção de cultura e outra definição de direitos humanos que nós temos? O que impedirá o Islã de alcançar maioria em vinte anos e subverter nossa democracia em um estado islâmico regido pela Sharia? E a que custo? Por que o rico príncipe saudita não acolhe refugiados de seus países vizinhos, mas promove a travessia destes refugiados pelo atlântico até países com maioria cristã?

Dória prega uma melhora no sistema de ensino com modernizações, investimentos e valorização de recursos. No entanto, cabe as questões. Qual sua visão com relação ao conteúdo ideológico marxista produzido pelo MEC? Melhorar o ensino não seria rever e diversificar o conteúdo? Não seria acabar com a doutrinação marxista?

Sua defesa da iniciativa privada no mercado é louvável, seu direcionamento de recursos para sanar dívidas e melhorar setores importantes como saúde e educação foram atitudes importantes. O prefeito de São Paulo também organizou encontros com grandes empresários do setor privado para que estes pudessem arcar com despesas do governo em troca do marketing "Acelera São Paulo". Como gestor, Dória sabe que estas medidas são provisórias, isso não deve durar. Principalmente com a esquerda depredando patrimônio. Qual seria sua postura de governo frente a atual economia?

Sabendo também que os grandes monopólios e concessões estão nas mão de políticos, laranjas ou empresários corporativistas e até sindicalistas, como colocar um plano de privatização e abertura de mercado em prática com tantos interesses e pressões? Já é difícil a nível municipal, imagine nacional. O que faria o estado optar por redução de impostos ao invés de fazer mais "social"?

Dória defende a diminuição do estado, paradoxalmente também defende maior controle, regulações e interferência do estado no mercado, com a diminuição(?!) de tamanho do estado e aumento(?!) de seu poder. O que impede que um corporativismo e corrupção entre estado e grandes corporações seja mais "eficiente" que nosso modelo atual? Que impacto isso teria sobre o pequeno empreendedor e o consumidor?

Considerações

Há bandeiras que todo candidato de direita deve apoiar:

Respeito a lei;
Direito a legítima defesa;
Direito a vida;
Direito a Liberdade;
Liberdade de expressão;
Direito a propriedade;
Defesa dos direitos humanos contra regimes e ideologias totalitárias.

Sem estas bandeiras, não há liberdade nem economia. Não importa a qualidade do gestor.

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