Expresso News

[expresso-news] [twocolumns]

Colunistas

[colunistas][bleft]

Entrevistas

[entrevistas] [twocolumns]

Economia

[economia] [bsummary]

[OPINIÃO] Bashar Al Assad, Kim Jong-Un e Nicolás Maduro: com ditadores não há diálogo


Por Léo Fernandes

No dia 13 de abril, os Estados Unidos efetuaram um ataque à Síria com mais de 50 mísseis Tomahawks. Tal feito foi uma represália em relação aos ataques das tropas do ditador sírio Bashar Al Assad a alvos civis com armamento químico. Logo ao sair a notícia, algumas pessoas apoiaram atitude de Donald Trump. Muitas outras criticaram.

Pois bem, Al Assad é um ditador que está no comando da Síria há mais de dez anos. Durante a guerra civil, usou por mais de uma vez o seu próprio povo, inclusive crianças, como alvo de armas proibidas por acordos internacionais. O último ataque correu o mundo e causou a indignação de todos. Trump agiu de forma correta. Não adianta ficar de diálogo e esperar a ONU decidir alguma coisa a respeito desta carnificina.

Bashar Al Assad, Kim Jong-Un e Nicolás Maduro têm algo em comum: são ditadores violentos, que levam seu povo à miséria e pouco se importam com isso. São na atualidade os governantes mais antipatizados pela maioria das pessoas. No caso da Coreia do Norte, o país vive há mais de 60 anos praticamente numa Idade Média, onde o povo não pode sequer comemorar o Natal. Na Venezuela, faltam os itens mais básicos para a sobrevivência da população, como papel higiênico.

Para resolver esse problema e libertar estes povos que sofrem tanto, só mesmo uma ação militar externa. Pois esses governantes não querem saber de acordos, diálogos e “otras cositas más”. Pelo menos o povo da Venezuela está juntando forças sabe-se lá de onde para fazer protestos diariamente pela saída de Maduro. Por enquanto lá não seria necessária uma pressão militar externa.

Enquanto as Nações Unidas e a União Europeia ficam confabulando querendo resolver tudo na base do diálogo ou das sanções, como se fossem mães sem pulsos firmes de crianças desobedientes, os Estados Unidos mostraram que não estão para brincadeiras. A Rússia, aliada de Damasco, foi reclamar na ONU sobre a atitude dos norte-americanos. Ou seja, a história vai se desenrolar por mais um tempo.

Por acaso houve diálogo com Napoleão Bonaparte? Com Hitler, Mussolini & cia? Com Saddam Hussein? Claro que não! A história mostra que todos estes déspotas caíram pelas armas ou pelas mãos do povo. Não adianta cantar “Imagine”, acender velas, colocar filtro com a bandeira da Síria no Facebook ou abraçar a Lagoa Rodrigo de Freitas. Isso não comove ninguém, ainda mais ditadores sanguinários.

Nenhum comentário:

Os comentários ofensivos e anônimos serão apagados. Daremos espaço à livre manifestação para qualquer pessoa desde que não falte com o respeito aos que pensam diferente.