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Hollywood anda tão preocupada com o "progressismo" que não consegue nem organizar o Oscar direito


Por Davi Alves

Nas ultimas décadas, com o fim do macarthismo nos EUA, basicamente a partir dos anos 60, a esquerda “progressista” de todo mundo e principalmente a americana vem conquistando notadamente quase todas as áreas da cultura popular (música, dança, televisão) e das telecomunicações (rádios, jornais, revistas). Isto é, a grande mídia. É evidente, incluindo tudo desde jornalismo até a música, que ser alguém de esquerda e defender todas as suas políticas, especificamente coisas como feminismo, ideologia de gênero e aborto, é algo bem visto e admirável. Não podemos esquecer também do cinema, a maior zona conquistada pelo “progressistas”.

É não importa se é o cinema daqui do Brasil, de toda Europa ou de Hollywood. A presença do ativismo massivo de socialistas fabianos é extremamente grande e visível para todos. Acompanhando isso, o ódio ao conservadorismo e às pessoas conservadores também é algo bastante visível, e nada escondido, fazendo atores famosos como o comediante Adam Sandler e a lenda que fez filmes como “Rambo” e “Rocky”, Sylvester Stallone, ambos conservadores e membros do Partido Republicano, perderem importantes papeis na telona.

E isso não para por aí. Se você é ator e não concorda com a elite mimada e politicamente correta de Hollywood, você corre o risco de receber milhares e milhares de acusações de racismo que resultam em destruição de reputação, como fizeram com Mel Gibson, que já dirigiu e atuou em filmes incríveis como “O Patriota” e “Coração Valente”.

Foi com todo esse “progressismo” que no dia 26 de fevereiro de 2017 aconteceu a anual premiação do Oscar, ou quase isso. O que era para ser uma premiação do cinema se tornou um comício político. O método dos “artistas” que falaram que se o Trump ganhasse iriam para o Canadá foi o de sempre: mentir acusando o presidente dos EUA Donald Trump de racismo, para no final tentar destruir a reputação do homem mais importante do mundo, algo que a elite de Hollywood tenta fazer desde a eleição, buscando ajudar seus amigos da grande mídia que produzem “fake news”.

Só que isso ficou de lado e nem ganhou a importância do grande público. O que chamou atenção na noite foram as gafe, como a de colocar a foto de alguém vivo no tributo aos profissionais do showbiz que morreram no ano anterior. E, claro, a ridícula e histórica entrega do prêmio de Melhor Filme. Assim fica impossível falar que Trump não está certo quando disse que "estavam tão focados na política que não conseguiram colocar a cerimônia em ordem".

Quem pensa que isso aí só tem nos Estados Unidos está completamente errado. Aqui no Brasil tem muito. E às vezes é até pior, como o péssimo ator José de Abreu da esquerdista Rede Globo, um dos maiores defensores da “democracia” do PT que já mostrou o quanto é “democrático” após cuspir em uma mulher que discordava dele. Não podemos esquecer também da bastante engajada na causa bolivariana Letícia Sabatella. Quem não se lembra dela quase chorando e falando sobre o “golpe” ao Papa? Toda essa podridão me faz lembrar uma frase do grande político e economista Roberto Campos:

"É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar: bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola.”

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