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O asqueroso silêncio dos "intelectuais" de esquerda sobre o terror no Espírito Santo


Por Henrique S. R. Silva
e Wilson Oliveira

A greve da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo acabou gerando o caos, principalmente na capital, Vitória. Desde o início da greve dos policiais foram registrados mais de 130 homicídios no estado, além de uma exorbitante onda de assaltos, saques a estabelecimentos comerciais e arrastões pelas ruas. Para tentar apaziguar a situação, o governo federal enviou centenas homens da força nacional numa tentativa de devolver a paz aos cidadãos capixabas.

Porém, o que também é bastante assustador além do grande aumento da violência é o silêncio asqueroso daqueles especialistas em segurança pública que toda vez que vão dar alguma entrevista, aproveitam pra dizer que o problema da violência é do policial, que "atira demais", que "prende demais", que é "autoritária demais", que é um "resquício de ditadura" e que, na conclusão de todos esses especialistas, "é a principal causa da violência no Brasil".

Então lançamos aqui uma perguntinha: cadê esses "especialistas" agora pra fazerem suas análises de viés ideológicos sobre o caos que foi essa semana no Espírito Santo sem a presença da PM nas ruas???

Quando se fala na desvalorização do policial militar, não é possível que as pessoas pensem apenas no tamanho do salário, que com certeza é muito importante. Mas é preciso lembrar também o que é dito por "intelectuais" quando ocorre um confronto entre polícia e bandido. Se um bandido é morto por um policial, em uma situação de conflito, esses intelectuais, em parceria com a grande mídia, fazem um escândalo do tamanho do terror que o Espírito Santo viveu nesses últimos dias, chegando até a fazer coro pedindo o fim da PM. Mas quando um policial morre no ato do seu trabalho, se esforçando para proteger a sociedade que esses intelectuais fazem parte, hipocritamente esses especialistas fazem pouco caso, torcem o nariz e até desconversam como se aquela morte fosse irrelevante ou algo natural.

Igualmente repugnante é o mesmo silêncio dos “engajados por um mundo melhor" (leia-se cidadãos anônimos e também famosos) que sempre aproveitam pra atirar pedras na polícia enquanto defendem os bandidos. Mas agora, em um caso como esse do Espírito Santo, se escondem, afinal, pra eles, a vida do cidadão trabalhador que morre diretamente nas mãos dos bandidos parece não ter nenhum valor, não é mesmo? O que importa pra eles é seguir a cartilha marcusiana, defender direitos humanos somente para os criminosos, que são os “novos revolucionários, oprimidos pelo sistema capitalista”.

Onde está o deputado Marcelo Freixo com sua bizarra proposta de “menos policiamento e mais iluminação nas ruas”? Onde está Maria do Rosário, que fez um escândalo defendendo estuprador e assassino? Onde está a ONU, que defende o desarmamento e o fim da Polícia Militar? Onde estão os direitos humanos? Emitiram alguma nota ao menos lamentando o ocorrido e defendendo a categoria dos PM's?

Também precisamos falar de certos programas televisivos, que sempre dão espaços para mostrar a polícia como se fosse um monstro, elaborando enquete que diz ser preferível salvar o traficante ao invés de salvar o policial. Mas os 60 mil assassinatos por ano nas mãos desses mesmos bandidos passam longe das pautas desses progressistas. E a vida das pessoas mortas e dos familiares que sofrem parece não significar nada, parece não merecer nenhuma cobertura.

Por essas e outras podemos ver que a inversão de valores na sociedade brasileira é o maior combustível da transgressão e da delinquência. O bandido nunca irá respeitar nenhum estado de direito enquanto esses progressistas continuarem passando a mão na cabeça da criminalidade. Eles estão conseguindo fazer o nosso país 'progredir'... Porém, progredir na direção de um precipício!

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