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Gastos errados dos governantes geram crise na segurança


Por Leonardo Fernandes

Nos últimos dias estamos acompanhando a situação do estado do Espírito Santo. Você, playboy dependente do pai, que protesta contra a polícia; você, patricinha que se acha descolada defendendo marginal, estão satisfeitos? É assim que a sociedade fica quando não há ordem e segurança.

A Polícia Militar do Espírito Santo decidiu entrar em greve no último final de semana. Desde a paralisação, já foram anotados mais de cem homicídios e diversos saques em vários pontos do estado.

A situação é que os profissionais já estão há anos sem reajuste de salários, além de reclamarem das más condições de trabalho. As esposas dos grevistas estão nas portas dos batalhões impedindo que as viaturas saiam para as ruas.

Curioso, pois para realizar obras faraônicas para as Olimpíadas e Copa do Mundo tinha dinheiro de sobra. Porém, para pagar os servidores, não há caixa e a solução é parcelar os salários em prestações a perder de vista.

Países com esse tipo de governos socialistas costumam fazer esse tipo de coisa: quem não se lembra da opulência das Olimpíadas de Moscou de 1980 ou dos Jogos Pan Americanos de Havana de 1991?

Posso ir para um evento mais recente: Copa América 2007 na Venezuela. O que eles têm em comum? Eventos internacionais faraônicos realizados em países com uma população miserável que mal tem o que comer.

O quadro do estado do Espírito Santo é assustador, um verdadeiro clima bélico. Há quem diga que a unidade da federação já se encontra em guerra civil. Para tentar amenizar a situação, a Força Nacional e o Exército estão patrulhando a região da Grande Vitória, mas os crimes continuam. O Espírito Santo vive uma verdadeira anarquia.

Em outros estados a situação não é diferente. Circulam boatos nas redes sociais que a Polícia Militar do Rio de Janeiro pode parar as atividades. Imagine o que poderia acontecer num estado com uma população grande como o Rio se a polícia parar? Sim, seria a materialização do apocalipse.

Governos não pagam seus funcionários. Eles têm o direito de parar seus trabalhos (exceto os militares, como os policiais militares). Porém, com ou sem permissão da lei para a greve, quem está pagando a conta como sempre é a população - mas desta vez com a própria vida.

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