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Veja como foi a primeira semana de Trump na Casa Branca


Por Davi Alves

Na cidade de Washington, dia 20 de janeiro de 2017, o empresário nova-iorquino de 70 anos Donald John Trump assumiu o posto mais importante do mundo: a presidência dos Estados Unidos da América. Sem dúvidas, essa sua primeira semana foi uma das mais cansativas de sua vida. Mesmo com a oposição da chamada “grande mídia” e das manifestações convocadas por sub-artistas como a cantora em declínio Madonna ou o péssimo diretor de filmes Michael Moore e outros membros da esquerda mimada de Hollywood, ele ignora tudo isso e já cumpre muito do que prometeu durante toda sua campanha.

Uma das primeiras ações do novo presidente e de seu governo foi a de assinar uma ordem formalizando a total retirada dos Estados Unidos do chamado “TPP”, o Trans-Pacific Partnership, em português “Parceria Transpacífico”. Um terrível acordo supranacional que tem como objetivo criar uma organização similar a União Europeia com países do Pacífico. Alguns pontos do acordo atingem diretamente as soberania nacional, tornando o poder dos legisladores (deputados/senadores) dos países membros em algo inútil e esmagaria o poder das constituições. O acordo é assinado por mais de dez nações. Entre os mais importantes membros, estão Japão, Canadá, Chile e Austrália. Os outros são Vietnã, Singapura, Peru, Nova Zelândia, México, Malásia e o pequeno Brunei.

No mesmo dia Trump cumpriu, sem dúvidas, uma das mais importantes e admiráveis promessas, que até mesmo merece aplausos. Ele assinou uma ordem que impede totalmente a ajuda financeira do governo americano a ONGS estrangeiras (principalmente mexicanas) que praticam abortos e propagam políticas abortistas. Essa medida vem sendo suspensas por democratas e restabelecidas por republicanos desde 1984, quando foi decretada pelo então presidente Ronald Reagan. Donald Trump, junto com seu vice Mike Pence, é um ferrenho crítico das desumanas políticas abortistas. Pence, quando era governador do estado de Indiana, estabeleceu várias leis para impedir o procedimento. O mandato de Trump pretende ser de intensivo confronto às organizações “progressistas” que lutam contra a vida.

Com uma semana de muito trabalho, o novo presidente continuou assinando varias ordens. Na última terça-feira (24/01), ele decretou uma autorização permitindo o inicio da construção do bastante criticado muro da fronteira com o México. No mesmo dia, ele falou outra vez que o país vizinho pagará “100% da construção". Isso vem causando um imenso ódio em jornalistas “progressistas” e na esquerda radical, reação muito diferente de quando Bill e Hillary Clinton defendiam essa mesma proposta, que quando ele era presidente levou adiante construindo um “pequeno” muro entre o estado da Califórnia e o México. Um muro que até então nunca tinha sido criticado por esses jornalistas ou por pessoas como Meryl Streep e outros “artistas” de Hollywood que moram naquele estado.

Por ultimo, assinar papéis não foi a única coisa que Trump fez na semana. Na quinta-feira, o presidente americano recebeu na Casa Branca a primeira ministra do Reino Unido Theresa May, a conservadora que conduz o “Brexit”, do qual Trump é um grande entusiasta. Ele fez um elogio ao trabalho dela falando que será uma “maravilha” e completou: “Terão sua própria identidade, terão as pessoas que quiserem no seu país e poderão fazer acordos comerciais sem ter ninguém para controlá-los”. Mas isso não foi o assunto debatido na reunião entre os dois. A conversa entre May e Trump foi principalmente sobre segurança e a atuação conjunta das duas nações na OTAN.

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