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Donald Trump é a chance do EUA desfazer erros recentes no Oriente Médio


Por Davi Alves

No poder há oito anos, está chegando ao fim a gestão esquerdista e “progressista” de Barack Hussein Obama nos Estados Unidos. Uma das mais importantes questões que ficam em aberto é sobre o que vai acontecer no complexo Oriente Médio após a chegada do polêmico Donald Trump ao posto de homem mais poderoso do mundo. Qual será a posição dele em relação aos importantes conflitos como Israel x Palestina, a Guerra Civil na Síria e o Acordo Nuclear Iraniano? Uma coisa já pode ser antecipada: nada será como antes.

A gestão de Hussein Obama sempre foi uma grande defensora, apoiadora e amiga do governo terrorista da Palestina, chefiado por grupos e pessoas que possuem pensamentos anti-judaicos, anti-cristãos e anti-ocidente, como o líder Mahmoud Abbas, a organização marxista OLP e os terroristas do Hamas, grupos que têm como alguns dos seus objetivos o de minar o Estado judeu e substituí-lo por uma republica islâmica, não-democrática. Ou seja, outra tirania perversa comum na região.

Só que a defesa e a amizade dos Estados Unidos com a Palestina irão acabar. Trump pediu que Israel "aguente firme" até sua posse. E já disse que reconhecerá Jerusalém como capital 'unificada' do Estado judeu, com isso revertendo os milhares de erros cometidos pelo o governo americano anterior.

Quando o assunto é a guerra na Síria, as posições do futuro presidente dos Estados Unidos também são bastante rígidas e claras. Quando estava em campanha, Trump afirmou algumas vezes que não pretende tirar o ditador Bashar Al-Assad do poder. Para ele, diferente do seu antecessor, que treina e fornece armas para as organizações terroristas como a Frente Al-Nusra, grupos similares à esse, como o desumano Estado Islâmico, do Iraque, e do Levante (ISIS/DAESH) além da Al-qaeda, por exemplo, são muito mais perigosos.

Com essa posição, ele deixa abertamente claro que pode atuar junto com Vladimir Putin e a Rússia, que apoia o governo de Assad.

O maior de todos os erros da gestão de Obama, sem dúvidas, foi o Acordo Nuclear de 2015 com o governo autoritário e financiador de terrorismo do Irã, que há anos vem instaurando o medo e o terror na modesta população de oito milhões de pessoas do pequeno estado judeu de Israel.

Na campanha, Trump prometeu rasgar o acordo que ele classifica como “horrível”. Outra declaração polêmica foi dita por seu futuro conselheiro e estrategista, o presidente-executivo do site conservador "Breitbart News" Steve Bannon, que falou que os Estados Unidos devem “amputar qualquer relação com o câncer chamado Irã”. Ou seja, colocar um fim nas relações com o governo de Teerã.

Sim, rapidamente o mundo está mudando. O Oriente Médio também está mudando graças a um polêmico político que no ano de 2015 era apenas uma grande piada para todo o establishment, entre eles os "formadores de opinião", as redes de notícias, os sites esquerdistas e a maioria dos canais de TV, todos sustentadores de uma agenda “progressista”.

Mas a "piada" tornou-se real e o dia 20 de janeiro de 2017 está chegando. E com ele, um novo mundo, um novo Oriente Médio. E ainda melhor: um novo homem no posto mais importante do mundo. Viva a alternância de poder!

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