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Economia

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Chegamos a 60 casos, com doutrinação acontecendo para alunos de 10 e 11 anos

Por Nicolas Carvalho de Oliveira


51. O que crianças de 10 e 11 anos tem a ver com os atos políticos dos professores no Paraná? Cadê o respeito por elas e seus pais?



52. Fernando Schüler analisa livros de História e Sociologia aprovados pelo MEC e conclui algo espantoso: todos os livros analisados possuem propaganda política de esquerda. Que surpreendente, hein... Aposto que não esperavam essa...

''No livro Estudos de História, da Editora FTD, por exemplo, nossos alunos adolescentes aprenderão o seguinte sobre o governo de Fernando Henrique: era neoliberal (apesar de tentar negar) e seguiu a cartilha de Collor de Melo; os resultados dessas políticas foram desastrosos”.

Na sua época, havia denúncias de escândalos, subornos, favorecimentos e corrupção por todos os lados, mas pouca coisa se investigou.''

Clique aqui e confira a matéria no site da Época.

53. Não percam a conta!



54. Covardia e falta de ética do professor comunista com os alunos do 1º A da Escola Estadual de Minas Gerais.

Clique aqui e confira vídeo na página oficial do Escola Sem Partido.

55. Professora catarinense Ana Carolina Campagnolo lê o depoimento de Miguel Colomby, aluno do CE Juscelino K. de Oliveira, no Paraná, sobre doutrinação na sua escola



56. Classe inteira canta funk de Karl Marx em aula de sociologia. Influenciados pelas opiniões do professor? Imagina.



57. Professor demonstrando como é melhor fazendo paródias de músicas do que distribuindo conhecimento sobre economia política.
Clique aqui e confira o vídeo publicado no Facebook.

58. Novamente prof. Ana Campagnolo e suas experiências sobre a formulação da proposta curricular do Estado. Neste vídeo, ela cita diversas instruções da proposta enviesadas politicamente, na íntegra.



59. Livro Fundamento, Caderno 1, Sistema Ético de Ensino, 7º Ano do Ensino Fundamental, página 78.



60. Programação de uma escola ocupada em São Paulo. Os grupos de esquerda (partidos, sindicatos aparelhados pela ideologia esquerdista, movimentos sociais financiados pela esquerda, etc.) foram os protagonistas dessas ocupações, manipulando um grande número de alunos.


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Os marxistas pregam a guerra total contra o sistema capitalista e tudo que está inserido nele, com o objetivo de endurecer a militância, destruir a oposição e alcançar o socialismo o mais rápido possível. Sabendo disso, não é de se espantar que os professores com opiniões marxistas levam essas influências para a sala de aula, com a intenção de doutrinar seus alunos, criando novos "revolucionários marxistas" todo santo dia.

Esse dossiê foi feito, primeiramente, em respeito aos pais e mães brasileiros. Mas também aos professores que realmente dão aula (felizmente, a maioria deles) e preparam os alunos para a vida e para o vestibular. Também dedicamos esse trabalho aos demais brasileiros que se perguntam: por que o nosso ensino é tão vergonhoso, ocupando, geralmente, as ultimas posições em avaliações internacionais? Eis aqui, desnudado, um dos porquês.

Você não precisa ser um apoiador do projeto Escola sem Partido para admitir que o nosso ensino é altamente tendencioso politicamente. O próprio criador desta coletânea é cético quanto ao projeto. Sendo assim, mesmo para aqueles oposicionistas do Escola sem Partido, sejam da esquerda moderada ou da própria direita liberal, vale a pena dar uma olhada nessa coletânea de doutrinações em salas de aula e refletir sobre possíveis soluções para esse problema.

Não duvidamos que ao menos a maioria desses professores doutrinadores são boas pessoas que desejam o melhor para os seus alunos. Acreditamos que são apenas pessoas que foram contaminadas por uma ideologia radical e precisam desintoxicar-se.

Esta coletânea se refere apenas a casos nas escolas. Tivemos o cuidado de averiguar se os professores doutrinadores eram de universidades ou escolas, ou seja: muito provavelmente você não vai encontrar casos de universidades aqui. Se encontrar, nos avise que retiraremos.

Não inserimos na lista casos que poderiam ser caracterizados como "fanfic" (expressão utilizada para quem inventa uma história com o objetivo de ficar famoso na internet). Vale o mesmo para muitos casos de ideologia de gênero nas escolas (justamente o tema em que há, de longe, mais denúncias), que é algo mais controverso. Só colocamos os casos relacionados a isso que, incontestavelmente, passaram dos limites, como você verá em uma edição mais à frente.

Em relação aos prints (que são menos de 15 itens nesse dossiê especial separado em 10 publicações), censuramos todas as informações desnecessárias, como os nomes dos professores e das escolas em que foi possível documentar o conteúdo sem comprometer as provas. Mas se por ventura alguém quiser averiguar os itens censurados, não há problema. Temos todas as imagens sem censura, exceto dos itens 44, 53 e 90. Não precisamos de controle de pensamento...

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