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Refugiados muçulmanos precisam ajudar ocidente a destruir terroristas



Por Wilson Oliveira

Mais do que nunca, o mundo ocidental precisa contar com toda contribuição possível para destruir os grupos terroristas. Estamos inseridos em uma guerra e não há outra opção senão enfrentarmos a situação - ou deixamos que eles nos destruam. É como um assaltante que invadiu a sua casa: se você tiver a possibilidade de chamar a polícia ou de atirar no assaltante, ou seja, de agir em legítima defesa, você o fará, a menos que você ache interessante ser assaltado ou até mesmo assassinado.

Portanto, é altamente imprescindível que o muçulmano que fugiu dos locais onde estão instalados esses grupos terroristas contribuam com essa missão. Por alto, já podemos elencar algumas formas que seriam de extremo valor. A mais importante no curto prazo é entregar para a polícia europeia toda e qualquer pessoa conhecida que tiver qualquer ligação que seja com alguma célula terrorista. Como se não bastasse a exportação, essas facções estão criando filiais nos próprios países europeus graças a internet.

Todavia, não se trata de fazer campanha de convencimento. Isso já se provou ser nulo, uma vez que o que está em jogo não é uma mera questão de opinião, mas sim de medo, de terror psicológico e de vidas que estão sendo perdidas por total omissão das autoridades locais que deveriam zelar por elas. É preciso obrigar esses muçulmanos refugiados a colaborarem com o governo dos países ocidentais onde foram procurar abrigo, sob pena de sofrerem punições, como até mesmo a extradição, caso optem por serem coniventes com a associação de algum conhecido a esses grupos terroristas.

É lógico que é pesadíssimo imaginar vidas sendo entregues nas mãos dos terroristas, que mais parecem robôs programados para matar todo ser humano que não concorde com suas convicções doentias e tirânicas. Porém, não haverá outra forma de vencer esse mal se não for o destruindo. E essa missão pode ficar menos complexa se tiver apoio e ajuda daqueles que conhecem suas entranhas. Afinal, quem foge desses países dominados por esses grupos foge justamente por saber como eles agem por lá.

No médio e longo prazo também não parece haver outra linha no horizonte: é preciso derrubar as estruturas governamentais incapazes de deter esse terrorismo do tipo exportação. Além de não ter a capacidade de proteger a vida dos seus cidadãos, esses países muçulmanos, que são governados por ditaduras, ainda estão colocando a vida de pessoas de outros países em risco. Ou seja, estamos falando de sistemas completamente insuficientes, que precisam sofrer as punições mais pesadas por parte da comunidade internacional, que por enquanto tem sido refém da própria negligência.

Logicamente, a culpabilização de todo esse evento histórico, que existe há muitas décadas, não pode ser lançada apenas aos líderes muçulmanos. Líderes ocidentais também possuem culpa no cartório, a medida que abrem negociação, diálogo e relações com ditadores que além de não permitirem o nascimento de uma democracia em seus países e ainda aceitam conviver com o terrorismo, ou se mostram incapazes de combatê-los.

Da mesma forma que foram aplicados embargos econômicos à Cuba e à Venezuela por aniquilarem a democracia doméstica, por impedirem o desenvolvimento de uma sociedade de mercado em seus países e consequentemente atrapalharem a globalização do capitalismo, é preciso ser coerente e embargar esses países guiados pelo islamismo.

Embora esses países sejam muitíssimo ricos por conta do petróleo, a religião que serve de orientação às suas ideias (a exemplo do socialismo) está matando aquilo que conhecemos como liberdade. E estão nos matando dentro da nossa própria casa, como se fossem um assaltante. Temos que aproveitar enquanto ainda podemos agir em legítima defesa.

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