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O que falta para a grande mídia falar do lado tirânico do islamismo?



Por Davi Alves

Hoje, 19 de Dezembro de 2016, um dia tão perto do Natal, uma das festas mais importante do ocidente, que é comemorada por quase todos nós, não é apenas um dia triste, ou um dia onde o islamismo mais uma vez mostrou sua face horrorosa, terrível e de caráter revolucionário; mas sim outro dia, onde toda a covardia ocidental ficou exposta, outra vez.

Enquanto assistia canais de televisão, de notícias, especificamente a CNN, a Euronews e daqui do Brasil a Globo News, essa covardia era bastante visível, com um ataque na histórica, cultural e bela cidade de Berlim e contra o embaixador russo, Andrei Karlov, homem importante da segunda maior nação do mundo, os “jornalistas” insistiam excessivamente na mentira de que o islã é “uma religião da paz”.

Eles insistem com isso, mesmo depois dos Ataques de 11 de setembro de 2001, o Atentado à Maratona de Boston de 2013, o Massacre do Charlie Hebdo‎, os Ataques de novembro de 2015 em Paris, os Atentados em Bruxelas em março de 2016 e o Massacre de Orlando. Assim, fico me perguntando: até quando?

Até quando e quantos ataques terroristas com milhares de mortes teremos que aguentar para essa mídia “progressista” entender que eles estão aqui para conquistar e dominar os imigrantes? Querendo vocês acreditar ou não, em sua grande maioria são verdadeiros soldados usando a velha tática de cavalo de tróia para destruir o ocidente a serviço do Islã, que não é uma religião, mas sim uma ideológica política, de guerra e totalitária.

Uma ideologia empenhada em nos destruir há mais de quatorze séculos. São seguidores de Maomé, o fundador. Homem “tão louvável” que se casou com uma menina de 13 anos e juntamente com seus amigos, por um longo tempo, foi responsável por saques, estupros e assassinatos. Mas acima de qualquer suspeita, o Islã é uma ideologia que odeia a nossa liberdade de se expressar, de pensar, de agir, de se vestir ou até mesmo de estudar.

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