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Chegamos a 50 casos, com sindicato admitindo mobilizar alunos

Por Nicolas Carvalho de Oliveira


41. Mais uma prova de como os sindicatos possuem pleno poder dentro de classe de aula, cooptando alunos para suas ideologias políticas (invariavelmente de esquerda). Que respeito eles possuem com as crianças e adolescentes? Nenhum! Para os sindicalistas, são só massa de manobra, como todo o resto da população.



42. Professora militando contra deputado Jair Bolsonaro em sala de aula



43. Outra professora militando contra o Bolsonaro em sala de aula



44. Doutrinador sendo doutrinado ao vivo.



45. Doutrinador Sendo Doutrinado Parte II - O Brasil Contra Ataca.



46. Professora e sua vingança política comprometendo o ensino dos alunos.




47. Mais uma doutrinação esquerdista em sala de aula. Estou até ficando sem criatividade para a descrição dos posts.



48. Ministério Público Federal exige que um dos colégios públicos mais tradicionais do país, o Pedro II (terceira aparição nesse dossiê do colégio Pedro II. Já pode pedir música no Fantástico...), retire os cartazes "Fora Temer" das suas dependências. Vejam só a nossa situação: o MPF tem que interferir para que a escola não seja partidária. Se o caso não for para as entidades jurídicas, continua como se a doutrinação política no ensino fosse bela e moral.

Clique aqui e confira a matéria no site do jornal O Globo

49. O auge da militância comunista em classe de aula. E também da ignorância e desonestidade.

Clique aqui e confira o vídeo na página da Esquerda Diário, no Facebook

50. Um dos vídeos que comprovam que as ocupações nas escolas são feitas por motivos ideológicos e partidários. Esses estudantes foram lobotomizados por militantes profissionais de partidos de esquerda, extremamente atuantes nas nossas escolas e universidades.

Clique aqui e confira o vídeo na página da Esquerda Diário, no Facebook

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Os marxistas pregam a guerra total contra o sistema capitalista e tudo que está inserido nele, com o objetivo de endurecer a militância, destruir a oposição e alcançar o socialismo o mais rápido possível. Sabendo disso, não é de se espantar que os professores com opiniões marxistas levam essas influências para a sala de aula, com a intenção de doutrinar seus alunos, criando novos "revolucionários marxistas" todo santo dia.

Esse dossiê foi feito, primeiramente, em respeito aos pais e mães brasileiros. Mas também aos professores que realmente dão aula (felizmente, a maioria deles) e preparam os alunos para a vida e para o vestibular. Também dedicamos esse trabalho aos demais brasileiros que se perguntam: por que o nosso ensino é tão vergonhoso, ocupando, geralmente, as ultimas posições em avaliações internacionais? Eis aqui, desnudado, um dos porquês.

Você não precisa ser um apoiador do projeto Escola sem Partido para admitir que o nosso ensino é altamente tendencioso politicamente. O próprio criador desta coletânea é cético quanto ao projeto. Sendo assim, mesmo para aqueles oposicionistas do Escola sem Partido, sejam da esquerda moderada ou da própria direita liberal, vale a pena dar uma olhada nessa coletânea de doutrinações em salas de aula e refletir sobre possíveis soluções para esse problema.

Não duvidamos que ao menos a maioria desses professores doutrinadores são boas pessoas que desejam o melhor para os seus alunos. Acreditamos que são apenas pessoas que foram contaminadas por uma ideologia radical e precisam desintoxicar-se.

Esta coletânea se refere apenas a casos nas escolas. Tivemos o cuidado de averiguar se os professores doutrinadores eram de universidades ou escolas, ou seja: muito provavelmente você não vai encontrar casos de universidades aqui. Se encontrar, nos avise que retiraremos.

Não inserimos na lista casos que poderiam ser caracterizados como "fanfic" (expressão utilizada para quem inventa uma história com o objetivo de ficar famoso na internet). Vale o mesmo para muitos casos de ideologia de gênero nas escolas (justamente o tema em que há, de longe, mais denúncias), que é algo mais controverso. Só colocamos os casos relacionados a isso que, incontestavelmente, passaram dos limites, como você verá em uma edição mais à frente.

Em relação aos prints (que são menos de 15 itens nesse dossiê especial separado em 10 publicações), censuramos todas as informações desnecessárias, como os nomes dos professores e das escolas em que foi possível documentar o conteúdo sem comprometer as provas. Mas se por ventura alguém quiser averiguar os itens censurados, não há problema. Temos todas as imagens sem censura, exceto dos itens 44, 53 e 90. Não precisamos de controle de pensamento...

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