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A podridão moral da extrema-esquerda na morte do ambulante em SP



Por Henrique S. R. Silva

Um crime bárbaro chocou o país em pleno natal, no metrô de São Paulo. Um homem foi brutalmente espancado por dois bandidos. O sujeito era um ambulante, que defendeu uma travesti que reclamou dos agressores por estarem urinando nas plantas do lado de fora da estação.

Não menos chocante é a reação dos tradicionais grupos de extrema-esquerda e do movimento LGBT (ligado ao PSOL), que, como de praxe, utilizaram a tragédia para fazer militância política. Nas asquerosas páginas progressistas do Facebook, por exemplo, o que se vê é uma chuva de comentários de ódio, justamente dos hipócritas que dizem ser contra o ódio e bradam aos quatro ventos “mais amor”, enquanto odeiam a tolerância e a liberdade de expressão.

Os ultra-esquerdistas, como sempre, culpam a “família tradicional” e os “religiosos”, além dos “eleitores de Bolsonaro” pelo crime. Segundo os militantes, “setores conservadores” promovem a homofobia e, portanto, "há sangue em suas mãos".

Nada mais canalha! Não respeitam a vítima nem a família da vítima desse crime grave. Utilizam do sofrimento alheio para destilar o ódio, a "luta de classes", e a raiva pela “família tradicional” e pelo cristianismo, pois são a base da sociedade que o revolucionário anseia destruir. E sempre em tom de deboche os esquerdistas acusam essas instituições de “homofobia".

O duplipensar orwelliano reina nesse discurso, visto que um dos principais facilitadores de qualquer crime é a impunidade dos bandidos e também o desarmamento dos cidadãos dentro da lei, pautas que a extrema-esquerda é justamente a primeira a defender.

Quando qualquer crime bárbaro - como esse em São Paulo - acontece e vem alguém da “direita” clamar por justiça e por punição rigorosa para esses assassinos, os esquerdistas soltam a acusação de "fascistas" e "intolerantes". Hipocritamente, os movimentos revolucionários coletivistas seguem a máxima de Lênin: “Chame-os do que você é, acuse-os do que você faz”.

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