Expresso News

[expresso-news] [twocolumns]

Colunistas

[colunistas][bleft]

Entrevistas

[entrevistas] [twocolumns]

Economia

[economia] [bsummary]

Expresso News: PSL admite aprendizado com vitória do republicano Donald Trump

O Partido Social Liberal, famoso por manter uma postura "left-lib" em grande parte das suas manifestações institucionais nas redes sociais, publicou uma postagem na sua página do Facebook admitindo que há lições a serem tiradas com a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos. Para o PSL, o triunfo de Trump significa que "em um contexto de discursos controlados por marqueteiros, Trump também pode ser interpretado como um sopro de sinceridade que abala o controle do politicamente correto". O texto diz ainda que "as pessoas não aguentam mais a patrulha ideológica e os discursos polidos na aparência e vazios no conteúdo"


Desespero midiático

O Jornal O Globo surpreendeu seus eleitores mais assíduos e mais atentos com um editorial sobre a "surpreendente vitória de Trump". Abertamente contrariado com o triunfo do candidato republicano, o texto foi além da exposição de um ponto de vista e praticamente adotou um discurso carregado de "linguajar comunista" ao falar de um "inimigo reacionário". Chegou ao ponto de, no último parágrafo, afirmar que "será preciso, seja como for, muita atenção das lideranças políticas, em todo planeta, com o reforço que as forças do atraso (...) passam a ter com Donald Trump na Casa Branca". Isso porque no parágrafo anterior do mesmo editorial, O Globo comparou Trump com Hitler e Stálin, se esquecendo que o verdadeiro atraso está muito mais próximo de nós do que se pode supor: na Venezuela.


De onde menos se espera...

Ironia do destino, foi justamente do jornal Folha de S. Paulo que surgiu uma luz no fim do túnel da arrogância da grande mídia brasileira a respeito da eleição presidencial dos Estados Unidos. Patrícia Campos Mello, correspondente do jornal nos EUA, reconheceu que jornalistas, analistas, institutos de pesquisa e acadêmicos não deram ouvidos ao que boa parte da população americana tinha a dizer. No texto, entretanto, é possível perceber uma certa ironia com o fato dos eleitores de Trump "rejeitarem a globalização". Na verdade, a rejeição é ao progressismo globalizante do establishment colocado à força na mente de todos. 

No dia seguinte à reeleição de George W. Bush em 2004, o tabloide britânico "Daily Mirror" saiu com a seguinte manchete: "Como podem 59.017.382 americanos ser tão idiotas? Hoje, na ressaca da eleição do republicano Donald Trump, a pergunta é: "Como podem milhões de institutos de pesquisa, jornalistas, analistas, políticos, acadêmicos, ser tão estúpidos?
Patrícia Mello Campos

Chá de realidade

Durante a programação jornalística da Jovem Pan, o comentarista político Marco Antonio Villa falou aos ouvintes que é preciso ter cautela quando se escuta nomes de possíveis candidatos a presidente para a disputa de 2018. Ao falar sobre uma afirmação do presidente do PDT, Carlos Lupi, sobre o fato dos petistas terem que apoiar Ciro Gomes, Villa disse: "O desenho para 2018 dificilmente terá como ator relevante pessoas do nível do Ciro Gomes. Espero que não, porque o Ciro Gomes é um verdadeiro horror". O comentarista concluiu sua fala chamando Ciro de "doido".


NOVO de direita?

O jornal Folha de S. Paulo publicou uma nota a respeito da identidade ideológica do Partido Novo, o único abertamente defensor do liberalismo econômico no Brasil. Porém, a matéria chama atenção para o fato da legenda evitar se apresentar como "de direita", embora seja claro o posicionamento de centro-direita (liberal-conservador) se compararmos as linhas de atuação do Novo com o de outros partidos do mundo democratizado. Este assunto é um grande tabu internamente na sigla fundada por João Dionisio Amoedo. Dentre os filiados, há uma ala abertamente a favor do partido se identificar e explicar por que é de direita e por que é liberal-conservador. Outros, entretanto, preferem se apresentar como liberais "e pronto".


Treta detectada no PSDB

Aécio Neves já revelou, em reunião com o presidente Michel Temer, que o PSDB deve apoiar a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados no biênio 2017/2018 - isso, obviamente, caso ele consiga se viabilizar junto à Justiça. Quem não deve ter gostado nadinha disso foi o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que tinha planos de lançar um aliado nessa disputa para fazer seu nome ficar ainda mais forte visando a eleição presidencial de 2018. A treta Alckmin x Aécio já está detectada novamente, com o detalhe que os dois ainda podem ser pegos pela Lava Jato após a tão aguardada delação de Marcelo Odebrecht.


Vídeo da semana

Nenhum comentário:

Os comentários ofensivos e anônimos serão apagados. Daremos espaço à livre manifestação para qualquer pessoa desde que não falte com o respeito aos que pensam diferente.