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O aliciamento de estudantes pela esquerda


Por Nivia Junqueira 

Em meio a debates sobre o tema “escola sem partido”, doutrinação no sistema de ensino básico e universitário e invasões nas escolas, nos deparamos com depoimentos de diversos estudantes que têm sua voz tolhida por professores e colegas de ideologias de esquerda, membros de sindicatos e militantes partidários.

Chega a 1100 o número de escolas invadidas em todo país por este grupo que impõe uma ideologia e tenta calar os que discordam das decisões, das ideias e dos atos de ocupação. A pauta do momento para aliciar alunos para “la revolucion” é a PEC 241.

Isso mesmo que você leu: aliciar. Afinal é isto que fazem: seduzem, envolvem, atraem, angariam jovens através de promessas falsas, enganosas e calorosas.

O jovem em geral é vulnerável e tem sede de rebelar-se. A rebeldia tem seu primeiro alvo certo, os pais. E não é à toa, no fundo eles sabem que os pais sempre estarão ao lado deles e jamais revidarão a ponto de os prejudicarem. Muitos jovens também têm pavor de se sentirem isolados e rejeitados. Sendo assim, tornam-se presas fáceis para pessoas que, com boa oratória e discursos apaixonantes, sugerem ideias para mudar o mundo. Qual jovem não quer mudar o mundo, o sistema e acabar com as injustiças?

Isso em parte já explica as 1100 escolas ocupadas. Mas ainda podemos acrescentar a atitude inerente ao jovem de culpar a todos, menos a si mesmo. A família recebe a primeira e maior “pedrada” e passa a representar o mal dos fracassos de seus filhos e netos, seja estético, financeiro, intelectual, afetivo ou qualquer outro que ele seja capaz de inventar. Ele quer ser aceito como homem e mulher ao impor suas ideias e desejos, mas ainda age como uma criança quando recebe a rejeição e a realidade da vida: faz birra e culpa até Deus, menos a si mesmo pelos próprios atos.

Os partidos da esquerda, seus deputados, senadores e ex-presidentes fazem o mesmo. Na boca dessa gente o discurso é sempre igual: a culpa é de tudo e de todos. Jamais deles. Com essa retórica canalha eles pegam o gancho da fragilidade da juventude e transmitem seus valores reversos. A escola e a universidade são os locais ideais para aliciá-los.

Sakamoto, aquele que denegria manifestações pacíficas na Av. Paulista me fez dar risada com seu artigo sobre as ocupações. Disse que os jovens estudantes que estão ocupando escolas “ensinam ao governo o que é democracia”. Não, não ensinam. Eles apenas mostram ingenuidade e ignorância em assuntos econômicos e políticos. Além, claro, de fazerem jus aos termos “imbecil juvenil” e “idiota útil” e serem capachos de uma agenda totalitária formada por partidos e seus tentáculos sindicais. Não há, absolutamente nada de democrático nessa história.

Pode parecer que estou pegando pesado com os termos direcionados aos jovens. Mas, primeiramente, eu já fui uma estudante de ensino médio e universitário. Eu vi professores deixando a ideologia falar mais alto dentro da sala de aula. Eu presenciei professores incitando alunos a lutar pelos “ideais da revolução”. Toda semana chega até mim algum relato sobre a falta de debate amplo e diverso dentro das salas de aulas. Até em cursinhos voltados para exatas os alunos são obrigados a ouvir que o impeachment de Dilma foi golpe e o PT é perseguido por Moro. Entre tantas outras coisas como: “globo golpista” e “o petróleo é nosso”. É cômico, não fosse tão lamentável.

Segundo, como não usar esses termos para denominar jovens que invadem escolas e gritam palavras de ordem contra a PEC 241, mas não sabem nem o que é PEC? Vivemos em pleno 2016 e qualquer jovem tem um celular com algum ponto de internet e um fácil acesso ao Google. Não há desculpa para protestarem sobre algo de que não possuem o mínimo de conhecimento. A única desculpa aceita, se assumida, é o erro de se deixar aliciar pelos militantes partidários.

Enquanto isso, a situação fica cada vez pior. A aluna que discursou em plenário, filha de sindicalista, diga-se de passagem, infelizmente ganhou destaque na mídia e nas redes sociais após um discurso inflamado e completamente fora da realidade. Ela teve a capacidade de falar que os deputados estavam com as mãos cheias de sangue devido ao falecimento do garoto que foi morto por outro colega dentro de uma escola no Paraná durante as ocupações. Algum deputado teve coragem de dizer a essa jovem quem realmente sujou as mãos de sangue? Quem realmente é culpado por mortes ocorridas em escolas invadidas e por black blocs na rua? Até quando a responsabilidade pelas mortes será terceirizada e jogada sobre os ombros dos opositores da esquerda?

Se o excesso de força policial tão criticado pela esquerda (às vezes com razão) pode vir a provocar mortes, uma coisa é certa e já está comprovada: a covardia tem o mesmo e lamentável efeito. Covardia que também afeta milhares de outros jovens - a maioria - que apenas querem ter o direito de ter aulas, se formarem rápido e concorrer ao mercado de trabalho. Covardia de plantar na mente de jovens ideais políticos/sociais e econômicos completamente abstratos, surreais e inalcançáveis e ainda terem a capacidade de falar em pensamento crítico.

Para finalizar, dias desses perdi duas horas de meu precioso tempo para ouvir até o final a palestra de um professor marxista em um curso, dentro de uma universidade, sobre “introdução a Marx e Engels”. Ao final da primeira a aula, o professor teve a capacidade de dizer aos jovens alunos que eles deveriam lutar, mesmo que tivessem que apanhar. Ele apela aos jovens que estejam preparados para apanharem juntos e quem sabe até dar a vida pela causa, que quer você acredite ou não, é totalmente partidária.

E por isso tudo, repito: a esquerda promove o aliciamento de jovens para chegar ao poder e ali se manter, custe isso, bilhões de reais desviados ou mortes de estudantes em invasões escolares. Que eles acordem enquanto é tempo, deixem de ser idiotas úteis e futuros projetos da extrema esquerda pra se tornarem homens e mulheres independentes e, acima de tudo, livres.

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