Expresso News

[expresso-news] [twocolumns]

Colunistas

[colunistas][bleft]

Entrevistas

[entrevistas] [twocolumns]

Economia

[economia] [bsummary]

A obsessão da esquerda para destruir a família

Por Henrique S. R. Silva

Todo conservador ou mesmo qualquer pessoa de bom senso sabe que a base da sociedade é a família. Através da família o ser humano é criado. Através da família o ser humano aprende valores que passarão de geração para geração. Como diz Edmund Burke: "A sociedade é a associação dos vivos, dos mortos e dos que estão para nascer". E a base desse processo sem dúvidas é o núcleo familiar, que representa para o indivíduo uma alternativa ao Estado. O fortalecimento do núcleo familiar e da livre associação voluntária entre as pessoas enfraquece o poder do Estado.

O processo revolucionário deseja ruptura na sociedade. Para fundar um mundo novo é necessário, na mente dos revolucionários, romper com as bases, que segundo eles "sustentam a opressão capitalista", permitindo a "emancipação da classe trabalhadora e das minorias".

Para o conservador, o mundo é imperfeito e é necessário prudência nas reformas para o progresso da sociedade, mas sempre conservando as bases e as tradições que mantém a sociedade coesa. Já para os progressistas tudo isso não passa de "balela reacionária" para "impedir mudanças". Uma grande falácia, visto que o movimento conservador é reformista, apesar de anti-revolucionário.

Os socialistas desejam destruir a sociedade capitalista para implantar o socialismo, e perceberam que o maior empecilho para fazer sua revolução se esbarrava principalmente na família e na religião cristã. Não é a atoa que Karl Marx afirmou que "religião é o ópio do povo", pois na concepção materialista dialética a religião "aliena" e faz a humanidade reconhecer sua imperfeição, daí a natureza anti-cristã do marxismo.

Marilena Chauí, recentemente em uma palestra no Colégio Oswald de Souza, alegou que a família era "invenção do capitalismo". É assim que os comunistas pensam. Friedrich Engels em "A origem da família, da propriedade e do Estado" deixa bem claro que o socialismo deve destruir a família para romper com o sistema capitalista. Como o socialismo defende a estatização dos meios de produção, a estatização máxima não pode ocorrer sem resistência - e sendo a família uma resistência ao Estado, o projeto coletivista visa destruir essa instituição para aumentar o poder do Estado.

Os socialistas, atualmente, para implantar o projeto criminoso de poder, não optam mais pela revolução armada. Atualmente o vulgo "socialismo fabiano" implanta o socialismo aos poucos, seguindo passo a passo a agenda globalista, sem pressa, se beneficiando inclusive do capitalismo, como recebendo doações de seu financiador mor George Soros.

Os grupos de extrema esquerda, aqui no Brasil representado principalmente por PT, PCdoB, PSOL e PDT defendem a ideologia de gênero e a legalização do aborto como meio para destruir a instituição familiar. Ao legalizar o aborto, além de violar o direito à vida, o socialismo impõe na sociedade uma ruptura entre os lações de mãe e filho, e dessa forma destrói todas as relações afetivas entre os familiares, facilitando o caminho para o processo revolucionário.

Cabe aos liberais, conservadores e pessoas de bom senso, lutar contra a tirania socialista, que acredita que quaisquer meios justificam seus fins, inclusive destruindo a família e todas as bases da sociedade para implantar suas ditaduras.

Nenhum comentário:

Os comentários ofensivos e anônimos serão apagados. Daremos espaço à livre manifestação para qualquer pessoa desde que não falte com o respeito aos que pensam diferente.

http://www.ocongressista.com.br/