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O grave problema do fanatismo ideológico-partidário


Por André Arioli
Membro do grupo Direita Liberal

Não tão cedo após a entrevista do Ministério Público Federal, onde se incriminava Lula, sua esposa e diversos outros corruptos envolvidos no "Petrolão", o maior mal que assola a discussão política brasileira surgiu: um fanatismo que viria de forma desesperada tentando salvar aquele que, um dia, fora considerado até uma "santidade".

As tentativas foram as mais diversas. Do clássico “golpe” até o argumento que tomou conta dos defensores de Lula, de que não haveriam quaisquer provas, somente convicção, sobre os fatos. Pasmem, esta frase jamais foi dita por qualquer procurador do MPF, além de que provas é o que não faltam para incriminar Lula.

Em um documento de 149 páginas divulgado pelo órgão há todas as provas, investigações, anexos de documentos que foram motivos de sobra para que a “santidade” fosse incriminado por corrupção. Claro que este documento era de conhecimento de seus defensores, mas, infelizmente, o que interessa nas discussões políticas é ser fanático, e defender com unhas e dentes este fanatismo.

Esta, dentro tantas outras, são provas de que o debate político brasileiro, e por consequência as melhoras na sociedade, é extremamente abalado por um fanatismo ideológico-partidário que assola este país, e tomou mais visibilidade após as eleições presidenciais de 2014. E isto não é só do lado do Partido dos Trabalhadores. Mas esse é assunto para outra hora.

* André Arioli é estudante de Geografia na Universidade Federal de Goiás, e busca formação em geopolítica e economia política.

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