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Enfim, a Venezuela desperta

Por Leo Fernandes

Dia primeiro de setembro de 2016, dia seguinte à saída de Dilma Rousseff da Presidência da República do Brasil, algo sacudiria um país no norte da América do Sul.

A população venezuelana se reuniu em Caracas e deu o grito de basta à ditadura bolivariana de Nícolas Maduro, sucessor de Hugo Chávez. Nos últimos meses, a Venezuela tem chamado a atenção do mundo por más notícias: violência, escassez de alimentos, fuga de venezuelanos para Roraima e Colômbia, prisões de opositores e também dos decretos malucos de Maduro.

Mais de um milhão de pessoas protestaram nas principais avenidas da capital venezuelana, um número realmente impressionante, tratando-se da metade da população da cidade, segundo o último Censo, realizado em 2011. Esse evento ficou conhecido como “La Toma de Caracas”, “A Tomada de Caracas” em português.

Todas essas pessoas gritaram, cantaram palavras de ordem e principalmente: pediram a saída do ditador Maduro. Foi a manifestação mais forte realizada pela oposição da Venezuela e certamente o governo sentiu a pancada e deve tentar reagir de alguma forma.

Durante o mês de setembro estão previstos protestos por todo o país. O objetivo é pressionar o governo bolivariano, além de pedir para avançar o referendo revogatório, que pede que o presidente bolivariano renuncie ao seu mandato, previsto para se encerrar em 2019.

Cercado de opositores na Assembleia Nacional, enfrentando escassez de alimentos, remédios e outros produtos, além da população contra, Maduro luta para ficar mais um tempo preso no galho, pois agora qualquer vento pode derrubá-lo.

Nota de O Congressista: como somos a favor da verdadeira democracia e contra os golpes que realmente são golpes, nos colocamos totalmente a favor do povo venezuelano e inteiramente contra o governo o Nicolas Maduro, este sim, um legítimo golpista. E lamentamos que muitos dos brasileiros que se dizem defensores da democracia, defendam, na verdade, singelamente uma paixão cega por um partido, e façam de tudo pra fingir que não vêem e não sabem o que acontece no país vizinho.

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