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Disseram que o Temer cortará programas sociais, mas a Dilma quem já fez isso


Por Pedro Augusto 

Após a saída de Dilma Rousseff e a posse de Michel Temer, você com certeza já leu em sites, no Facebook, na faculdade, trabalho, na rua ou em quaisquer outros lugares de pessoas pró-Dilma que os "direitos" e avanços dos brasileiros acabarão.

Seja por falta de informação ou por mal caratismo, muitos não estão falando uma coisa: a Dilma começou a tirar estes direitos desde o início do mandato. No entanto, estas mesmas pessoas acusam Temer de ações que Dilma já fez, pois ela já cortou até 87% dos programas sociais.

Área social 

O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que está ligada a área de infraestrutura, teve um corte adicional em março deste ano de R$ 3,2 bilhões.

Já o Minha Casa, Minha Vida, só em 2015, sofreu um corte de R$ 6,9 bilhões. Dilma já cortou em torno de 74% do programa.

Educação 

O governo que começou em 2015 com o lema de "Pátria Educadora" teve um corte inicial de quase R$ 600 milhões. Em setembro do mesmo ano ainda houve outro corte de R$ 1 bilhão. Já em 2016, houve um corte de R$ 4,2 bilhões.

Toda essa racionalização de custos afetou alguns programas do Ministério. Só o Pronatec, que em 2015 contou com uma verba de pouco mais de R$ 4 bilhões, em 2016 chegou a R$ 1,64 bilhão. Um corte de 59%.

Já o Fies que em 2014 ofereceu mais de 730 mil contratos, em 2015 chegou apenas a pouco mais de 250 mil novas bolsas. O corte foi de 5%.

O Prouni no primeiro semestre teve uma queda 4% do número de vagas em relação ao mesmo período do ano anterior.

Saúde 

Em 2015, o governo cortou cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde. Neste mesmo ano só entre os meses de janeiro e julho a queda nos investimentos foi de 32%. E em 2016, Dilma cortou mais de R$ 6 bilhões da área.

Leis trabalhistas 

Dilma, que em sua campanha prometeu não mexer nos "direitos" trabalhistas, mexeu nas leis sobre o seguro desemprego e abono salarial dificultando o acesso. O detalhe é que foi com apoio da CUT.

Renda 

Não é necessário ter grande conhecimentos de teoria econômica para entender que quanto mais impostos, menor é a renda. No período que governou neste segundo mandato, Dilma defendeu sempre o aumento de impostos. Aumento do imposto de renda, celulares, cerveja e produtos importados são alguns exemplos. Ela também defendeu ardentemente a volta de mais um imposto: a CPMF.

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