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A origem do politicamente correto (vídeo)



Consideramos o conteúdo deste vídeo tão didático que abaixo você pode conferir o mesmo na sua forma escrita:

"Politicamente correto.

A maioria das pessoas acha que começou nos anos 1990 ou talvez nos anos 1960. Não. A origem vem desde a 1ª Guerra Mundial. Antes da Grande Guerra, Karl Marx fez uma previsão de que os trabalhadores do mundo, unidos pela consciência de classe, iriam se juntar contra as identidades nacionais dos países, trazendo o paraíso na terra através do comunismo mundial [comunidade global].

Consideravam que não era apenas teoria, uma ciência propriamente dita, de fato, mas que uma guerra seria o estopim. Então a guerra chegou. A guerra mais horrível que a imaginação poderia conceber aconteceu. Porém, a revolução comunista apenas ocorreu na nação agrária e atrasada da Rússia. Era um país de menor expressão quando comparada às nações modernas, capitalistas e industrializadas como Inglaterra, Alemanha e EUA, que contrariavam as previsões da "ciência" comunista.

Após a 1ª Guerra Mundial, um grupo de filósofos marxistas decidiu formar um instituto para analisar os erros das previsões marxistas. Originalmente era para se chamar "Instituto para Marxismo". Seria similar ao "Instituto Marx e Engels", localizado em Moscou. Porém, alguns tiveram receio que o nome "Instituto para Marxismo" seria, vamos dizer, honesto demais. Portanto decidiram chamar de "Instituto para Pesquisa Social".

Localizado na Universidade de Frankfurt, na Alemanha, o "Instituto para Pesquisas Sociais" começou suas atividades em julho de 1924. Em um curto espaço de tempo, esse instituto marxista ficou conhecido como "Escola de Frankfurt".

A questão que a "Escola de Frankfurt" estudava era muito simples. Os trabalhadores "seduzidos" pelos avanços materiais e pela prosperidade gerados pelo capitalismo estariam "cegos" - é um termo frequentemente utilizado - por essa relativa prosperidade e bem-estar. Isso dificultaria o reconhecimento de sua consciência de classe, desistimulando a revolução comunista. Outros haveriam de ser a vanguarda revolucionária. Mas quem?

Enquanto esses intelectuais marxistas tentavam descobrir quem seria a nova vanguarda revolucionária, outro problema emergiu. O Nazismo estava crescendo na Alemanha. Muitos desses intelectuais eram judeus comunistas e, por isso, duplamente odiados pelo 3º Reich de Hitler. Então em 1934 eles transportaram o "Instituto para Pesquisa Social", saindo da Alemanha e se refugiando nos EUA, especificamente na Columbia University, em Nova Iorque.

O "Instituto para Pesquisa Social" permaneceu em Columbia até 1951, quando retornou à Europa. O Instituto ficou próximo da Escola de Jornalismo de Columbia, responsável pelo "Prêmio Pulitzer". Foi enquanto esteve nos EUA que o Instituto, ainda conhecido informalmente por Escola de Frankfurt, realizou o seu mais importante trabalho, o grande "insight" promovido pela Escola de Frankfurt, que foi "divorciar" o Marxismo da economia e promover a união do Marxismo com a cultura.

O fruto dessa mudança fundamental e estratégica ficou conhecida como "Teoria Crítica". A teoria da "Teoria Crítica" é simplesmente criticar. Parece algo bobo colocado dessa forma, mas é realmente o que a define. A Escola de Frankfurt achou sua nova vanguarda revolucionária contra a civilização ocidental. Seriam os "oprimidos".

A "beleza" e a "genialidade" da Teoria Crítica ocorre por dois motivos. Primeiro: cada área da "Teoria Crítica' parece única e auto-explicativa. Por exemplo, o Feminismo poderia atacar a cultura ocidental abordando a "opressão" contra mulheres. Mas essa opressão seria algo particular da cultura ocidental. Nenhuma menção é feita a outros povos: chineses, persas, egípcios entre outros, muito menos como esses povos tratam as mulheres.

Apenas a opressão no Ocidente está em jogo, assim como os estudos afro-americanos apenas criticam a escravidão no Ocidente, como se a escravidão fosse algo único ao Ocidente. Os horrores da escravidão e suas consequências no Ocidente formam uma arma poderosa contra a cultura tradicional, como no caso "Rodney King". Porém, esquecem dessa citação ao rei africano negro "Gezo", que disse em 1840: "o tráfico de escravos é o princípio fundamental do meu povo, é a origem e a glória de toda sua riqueza".

A mãe canta para adormecer a criança com canções de triunfo sobre um inimigo reduzido à escravidão. Uma citação dessas demonstra os incentivos econômicos de uma cultura negra que vende outros negros como escravos, puramente para ganhos econômicos. Citações como essa fazem a escravidão parecer menos uma questão de racismo e mais uma questão econômica. Citações como essa mostram que há mais culpados à perseguir do que apenas o homem branco ocidental. É contrária à narrativa atual. E é preciso que isso seja suprimido nas escolas. Ou seja, é POLITICAMENTE INCORRETO.

O psicólogo e co-fundador da Escola de Frankfurt, Erich Fromm, argumentou que não há diferenças sexuais substanciais entre homem e mulher. E que os papéis que cada um tem na tradição da cultura ocidental são apenas papéis designados pela cultura. Assim, os estudos de gêneros poderiam realizar os ataques típicos da Teoria Crítica afirmando que toda a "opressão" sobre os homossexuais ou mulheres durante toda a história é devido apenas à cultura ocidental e o corrupto patriarcado de homens brancos do passado, como os que criaram a base filosófica de formação dos EUA.

Se o capitalismo triunfou e o marxismo não deu certo, a única maneira de pôr abaixo essa base vitoriosa e próspera é demolir as raízes da moralidade e atacar de todos os lados. Estudos de gênero, feminismo radical, estudos étnicos, estudos de povos originários, a desconstrução da literatura clássica para mostrar racismo, sexismo ou qualquer outro "ismo" que lhes seja útil. Utilizando "filosofias" que nem existiam no tempo em que as obras foram escritas.

Eu falei que a Teoria Crítica é uma "brilhante" estratégia por dois motivos. O primeiro é realizar múltiplos ataques, aparentemente desconexos contra a cultura dominante. Porém, a verdadeira origem do seu "poder e genialidade" é que o criticismo nunca precisa ser acompanhado de uma alternativa. O que poderia ter sido melhor, o que poderia ter sido substituído, quais alternativas tiveram sucesso no passado. NADA. Porque eles não têm nada.

Todos esses programas, tudo que eles fazem é inserir ou agravar um senso de ódio, separatismo e vitimização, culpando justamente a única cultura que sinceramente buscou erradicar essas injustiças e a base de suas origens. Não há lógica, história ou fatos concretos que sustentem seus sonhos e suas filosofias. Tudo que eles acreditam já foi provado estar errado e afundado em um oceano de sangue e lágrimas".



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