Expresso News

[expresso-news] [twocolumns]

Colunistas

[colunistas][bleft]

Entrevistas

[entrevistas] [twocolumns]

Economia

[economia] [bsummary]

A intensa relação de capitalistas e esquerda pelo mundo



Por Pedro Augusto 

 A relação entre esquerdistas e grandes empresários é antiga. Como o economista Antony Sutton mostrou nos livros Wall Street and the Bolshevik Revolution e The Best Enemy Money Can Buy, as relações entre comunistas e capitalistas vem desde a Revolução Russa. O próprio Lênin disse em um relatório do Partido Comunista Soviético de 1921, que sem o auxílio do capital seria impossível reterem o poder do proletariado em um país arrasado.

É difícil imaginar esta união depois de tantas aulas nas escolas que mostraram o antagonismo entre ambos os lados. Porém, a resposta para isso é muito mais fácil do que se imagina. Grandes capitalistas já entenderam que para manter seu negócios intocáveis, longe da concorrência, precisam que haja cada vez menos liberdade de comércio.

O economista Friedrich von Hayek mostrou em seu livro O Caminho da Servidão, que o conhecimento está totalmente disperso na sociedade. Uma ideia de um pequeno ou médio empreendedor, pode acabar com um monopólio, caso os consumidores deem muito valor àquela mercadoria e àquele mercador.

Então, para evitar estar debaixo das leis do mercado, grandes capitalistas sempre apoiarão os candidatos mais intervencionistas. Um exemplo disso está nas eleições deste ano dos EUA. O empresário George Soros doou US$ 8 milhões a Hillary Clinton, que dentre as suas propostas de campanha está a regulação e mais intervenção no mercado norte-americano. Ele sabe que caso ela ganhe, o governo intervirá mais e mais na relações mercadológicas, algo que já acontece com Obama, que de 2009 até hoje impôs mais de 180 novas regulações, fazendo os EUA caírem para a 11° economia mais livre do mundo.

O banqueiro norte-americano David Rockefeller, em seu livro autobiográfico Memoirs, fez uma interessante revelação: "Por mais de um século, extremistas ideológicos provenientes dos dois polos do espectro político apoderaram-se de acontecimentos amplamente divulgados, como meu encontro com Fidel Castro, para atacar a família Rockefeller pela excessiva influência que dizem que temos sobre instituições políticas e econômicas americanas. Alguns acreditam que somos parte de um grupo secreto de conspiradores trabalhando contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e eu como 'internacionalistas' e afirmando que conspiramos com outras pessoas ao redor do mundo para construir uma estrutura global política e econômica mais integrada - um mundo unificado se quiser chamá-lo assim. Se está é a minha acusação, declara-mo culpado e tenho orgulho de minha culpa". Isto só mostra o quanto determinados grupos querem manter seus privilégios.

David Horowitz, ativista conservador norte-americano, no programa de Glenn Beck, foi outro que tratou deste assunto ao apresentar seu livro The New Leviathan. Grupos de esquerda estariam recebendo cerca de US$ 8,8 bilhões, enquanto os conservadores US$ 832 milhões. Horowitz também comentou que fez uma biografia de Steven Rockefeller, que disse ser um socialista. Hoje ele é o presidente da Fundação Rockefeller e financia diversos grupos de esquerda pelo mundo.

Financiar grupos que trabalhem com a opinião pública pode influenciar as opiniões das pessoas sobre determinados assuntos. Dependendo do instituto, embora eles não falem diretamente de economia, em suas ideias geralmente apoiam medidas que aumentem o tamanho do governo. Quanto mais o Estado cresce, mais impostos ele precisará cobrar e consequentemente quem mais sofre com isso são os pequenos e médios empreendedores.
 
No Brasil, inclusive, há diversas ONGs de esquerda financiadas por grandes capitalistas. Só a Anistia Internacional já recebeu US$ 500 mil da Fundação Ford. A Sou da Paz também já recebeu da Fundação Ford US$ 492 mil. E a CUT também já recebeu da Fundação Ford: US$ 150 mil. Todos esses grupos colaboram para a formação da opinião pública em certos assuntos e sempre são chamadas para opinar nos meios de comunicação. E, além do mais, todos estão mais à esquerda e tentam dar bases através de estudos, por exemplo, disseminando a ideia que as pautas defendidas por candidatos esquerdistas estão certas. 

Um outro grande financiador 

George Soros, dono da Open Society, é talvez o maior financiador da esquerda pelo mundo. A OP, por exemplo, aparece no site da ONG brasileira Conectas Direitos Humanos, como parceira, além, também, da Fundação Ford.

Todas as ONGs citadas até o momento estão militando em Brasília pela criação ou não de diversas leis. Tudo graças ao financiamento de grandes capitalistas.

Mas continuando a falar de Soros, você pode conferir todas as ONGs as quais ele financia pelo mundo neste link. Dentre as que estão, podemos destacar a Anistia Internacional e a Catholic for Choice, que apoia o aborto. Ele também financia a Planned Parenthood, a "multinacional do aborto", que ano passado foi descoberto em um vídeo que eles vendiam partes do corpo de fetos abortados. E já houve manifestação no Congresso brasileiro contra isso.

A Open Society defende uma sociedade aberta e, assim como Soros, uma sociedade Global. Dentre meios que são muito influentes na opinião pública norte-americana, está a Media Matters, que dá tom para grande parte da mídia dos EUA, e o The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial.

Enfim, Soros é um financiador de diversos grupos esquerdistas que influencia a opinião pública e que levam muitos, principalmente nos EUA, a votarem em presidentes mais intervencionistas, como Al Gore, Barack Obama, Joe Biden, Bill Clinton e Hillary Clinton, todos do Partido Democrata.

E como tanto ele como os Rockefeller e MacArthur possuem negócios pelo mundo inteiro. Sendo assim, para eles, nada melhor que financiar grupos políticos de esquerda de diversos países para guiarem a opinião pública e atrapalharem os empreendedores de cada nação.

Nenhum comentário:

Os comentários ofensivos e anônimos serão apagados. Daremos espaço à livre manifestação para qualquer pessoa desde que não falte com o respeito aos que pensam diferente.

http://www.ocongressista.com.br/