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5 estatais que deveriam ser privatizadas já!


Por Pedro Augusto 

Atualmente a dívida pública brasileira está em torno de R$ 4,017 trilhões. É um grande salto em relação aos anos anteriores. A Operação Lava-Jato, também está mostrando como as estatais são grandes fontes de corrupção para políticos e empresários. Este tipo de pratica só pode ser evitada por um meio: privatizações.

De acordo com os grandes jornais, Michel Temer disse para sua equipe para privatizar tudo o que for possível. Por isso vai ai uma listinha de cinco estatais que poderiam ser vendidas.

1) Eletrobras 

 A empresa do setor de energia elétrica, e que está passando por graves problemas financeiros devidos as distorções de preço na gestão de Dilma Rousseff, hoje tem um valor de mercado de R$ 12,764 bilhões. Com um leilão na venda da empresa, a arrecadação poderia ser até maior.

2) Petrobras 

 A estatal que está há pelo menos um ano com prejuízos e que foi a fonte de grande parte da corrupção encontrada na Operação Lava-Jato, hoje tem um valor de mercado de R$ 144,768 bilhões. É bom destacar que embora o preço dos combustíveis estejam caindo pelo mundo, no Brasil só encarece.

3) Correios 

Não se conseguiu achar o quanto custaria os Correios por ser uma empresa de capital fechado, embora o presidente em exercício, Michel Temer, já tenha falado em abrir o capital da estatal.

A dívida da estatal já passou dos R$ 800 milhões. E a empresa é campeã de reclamações entre os brasileiros. A abertura do mercado para este setor traria muitas concorrências e melhorias para o setor.

4) Banco do Brasil 

A estatal que hoje custa em torno de R$ 47,480 bilhões, foi um dos alvos das pedalas fiscais.

5) Cemig 

A empresa que cuida dos cabos de transmissão elétrica pelo país, sediada no estado de Minas Gerais, está avaliada em R$ 7,163 bilhões.

Outras estatais 

A matéria de hoje quis apenas sugerir a privatização de cinco estatais que em suas áreas tem trago muita insatisfação. Porém, ainda há outras como a Caixa Econômica, Líquigas, Petrobras Biocombustíveis, Banco Nordeste e Infraero, além de eliminar ou até privatizar o BNDES. Há muitas empresas públicas ainda pelo país, que são ineficientes, trazem peso para as contas públicas e são fontes de corrupção.

Por que privatizar? 

A venda das estatais seria bom para um levantamento de caixa em meio aos déficits fiscais, aumentos de gastos e dívida, que tem também como responsabilidade a péssima gestão das empresas estatais.

Além disso, privatizar seria mais um empecilho para a corrupção. Como a Operação Lava-Jato, Copa do Mundo, Olimpíadas e Pan-Americano já mostraram, a associação entre empresas e política, em sua maioria, ou talvez todas as vezes, são caminhos para superfaturamentos. Quem paga a conta é a população.

Permitir caminhos para a associação de empresas e governo é dar maneiras de empresários cobrarem favores a políticos e vice-versa. As delações premiadas dos executivos da Andrade Gutierrez e algumas acusações com relação Odebrecht são exemplos.

É bom destacar que não basta simplesmente privatizar. Também é necessária a abertura de mercado para a livre concorrência entre empresas. Só a disputa por consumidores que faz os empreendedores buscarem inovações a fim de aumentar seus lucros. Quem ganha são os clientes que conseguem produtos de melhor qualidade e quem precisa trabalhar, já que quanto mais mercados em crescimento, mais ofertas de emprego oferecem.

O maior erro de FHC durante o processo de privatizações com certeza foi não abrir o mercado completamente. Embora tenha-se melhorado muito em relação ao que era, vide o setor de telecomunicações, todavia com a criação das agências reguladores restringiu-se os mercados e fortaleceu-se os monopólios e oligopólios.

Por isso, privatizar é parte do processo. A abertura do mercado é o complemento para o sucesso das privatizações.

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