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Estado Islâmico e controle de armas de fogo


Por Ana Zanatta

13 de novembro de 2015 - atentado terrorista em Paris

22 de março de 2016 - atentado terrorista em Bruxelas

12 de junho de 2016 - atentado terrorista em Orlando

Em sete meses, três grandes atos terroristas no Ocidente. O que eles têm em comum? i) a ação do Estado Islâmico e ii) as vítimas não andavam armadas. O que a esquerda diz sobre esses ataques? Que esses ataques estão ligados a Trump e, até mesmo, a Feliciano e Bolsonaro. Apesar do responsável pelo massacre ser muçulmano e filiado ao Partido Democrata, o mesmo partido de esquerda a que pertencem Obama e Hillary.

Há meses ouve-se que o EI está tentando recrutar terroristas em países sem histórico de ligação com organizações terroristas, os chamados "lobos solitários", para atuarem de maneira isolada, sem gerar desconfianças. Essa doutrinação tem foco em jovens, por serem mais sonhadores, mais revoltados, mais influenciáveis e, muitos deles, não tem relação familiar com o islamismo, mas acabam se convertendo e se tornando militantes do EI. E os progressistas, ao invés de defenderem medidas antiterror no Brasil, abrem os braços para acolher os refugiados sírios, pois devemos respeitar todas as culturas e religiões.

Como resultado dessa abertura de fronteiras sem um controle rígido, o EI ameaça assassinar dezenas de brasileiros. E há indícios de um jovem brasileiro que dedica devoção ao EI planejando um atentado terrorista, sob orientação do EI. Os Jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro estão se aproximando e, com isso, muita dor de cabeça para Eduardo Paes, para os policiais cariocas, para Michel Temer e para todos os brasileiros de bem.

Obama está falando em maior controle de armas de fogo nos Estados Unidos, esquecendo que "a única coisa que pode impedir um homem mau com uma arma é um homem bom com uma arma". Hillary, sua afilhada, também segue na mesma linha. Já o candidato virtual do Partido Republicano, Donald Trump, pensa justamente que a imigração deve ser controlada e que as armas de fogo devem estar nas mãos dos homens bons. Aliás, para variar, a boate Pulse era mais uma gun-free zone.

Como os "especialistas em segurança pública" esquerdistas, com doutorado em sociologia, conseguem acreditar que basta definir um local como "gun-free zone" para que ninguém entre lá com armas de fogo? Será que eles não conseguem raciocinar que apenas os cidadãos honestos vão seguir essa lei e que os terroristas islâmicos só seguem as leis do Alcorão?

O que aconteceu ontem em terras americanas não pode ser tipificado como um crime de homofobia, uma vez que é um atentado terrorista, orquestrado pelo EI, mesmo que indiretamente. O EI reivindica a autoria dos ataques, com orgulho. Mas a esquerda continua dizendo que foi homofobia e que falta controle sobre as armas de fogo. Até quando muçulmanos terroristas serão tratados como exceção?


A solução para os EUA é Trump, não menos armas de fogo e não mais abertura de fronteiras. O motivo do massacre de domingo na Pulse, em Orlando, não é a homofobia. O mito da minoria radical muçulmana deve ser desconstruído. Todos os mitos sobre desarmamento também. E isso não ocorrerá com a esquerda no poder.

05 de agosto de 2016 - abertura das Olimpíadas no Rio de Janeiro

08 de novembro de 2016 - eleições presidenciais nos EUA

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