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Precisamos falar sobre o direito de defesa das mulheres


Por Pedro Augusto

Quem tem acompanhando os noticiários, tem visto algo que está causando revolta nas redes sociais: o estupro de uma jovem por 30 rapazes no Rio de Janeiro. De acordo com o vídeo, os próprios homens estariam rindo e fazendo piadas da situação.

A notícia é triste, as revoltas que muitas vezes se expressam através de "textões" é justo, mas o que precisamos ter em mente é que ações efetivas precisam ser tomadas. Falando uma verdade bem politicamente incorreta: educar os homens a não violentar as mulheres não basta. A mulher nunca tem culpa no estupro, a sociedade também não. O único culpado disso tudo são os próprios violentadores, que seja por problemas psíquicos ou por pura maldade são os únicos culpados e merecem penas fortes nas cadeias.

Tenho a total certeza que quase 100% dos homens não são criados assim. A grande maioria das famílias ainda ensina que violentar qualquer pessoa, e ainda mais abusar sexualmente de mulheres, é algo totalmente errado e desprezível. A violência contra mulher é algo tão desprezível que até nas prisões os estupradores apanham de outros presos. Nas comunidades carentes ou em quaisquer outros lugares, homens que estupram mulheres são linchados pelos moradores da região.



Mas então o que fazer para resolver este problema que existe por causa da maldade de alguns homens? A primeira de todas as coisas é dar as mulheres o direito de se defenderem, seja através de armas, facas ou qualquer utensílio que as possa salvar e dar superioridade contra os potenciais criminosos.

São diversos os benefícios que as armas trazem às mulheres, e o número delas entendendo isso cresceu. De acordo com um estudo de Harvard, países que têm mais armas tendem a ter menos crimes. Nos Estados Unidos, 200 mil mulheres estão comprando armas de fogo para se protegerem de crimes sexuais. O número de mulheres que passaram a ter armas aumentou 270% desde 2007 na América. Após a prefeitura de Orlando oferecer treinamento de tiro para mulheres na década de 1960, o número de estupros caiu em 90%.

O economista Lawrence Southwick após examinar dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, concluiu que mulheres que não oferecem nenhum tipo de resistência possuem 2,5 vezes mais chances de saírem feridas gravemente por causa de um ataque em relação às mulheres que possuem armas. Além de que, o número de mulheres indianas que estão buscando armas para se protegerem de estupros só aumentou.

É bom destacar também que muitos grupos que dizem defender as mulheres (principalmente os mais à esquerda) são contrários aos projetos do uso de armas para proteção dos cidadãos, algo que traria muito benefícios para as mulheres. A política de controle de armas já mostrou ser um total desastre - e exemplos não faltam. O próprio Brasil e a cidade de Chicago são dois exemplos.

Um projeto que já deveria ter sido aprovado

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), em 2013, fez o Projeto de Lei 5398/13 em que propõe penas mais duras aos crimes sexuais como a castração química. O projeto puniria com muito rigor aqueles que ousarem violentar as mulheres e poderia até impedir outros crimes, mas infelizmente diversos deputados (inclusive mulheres) e grupos que se dizem defensores delas, não ajudaram a colocar o projeto para frente. O que é um retrocesso claro quanto à punição de criminosos.

Terminando...

Sempre existirão homens ruins e violentos, como também mulheres do mesmo tipo. Basta a sociedade, e principalmente os grupos que dizem defender as mulheres, lutarem por mais segurança e por mais liberdade para as mulheres se defenderem contra qualquer possível ataque. E digo mais: é bom ver quando mulheres reagem aos casos de violência e deixam seus agressores com sérias feridas.

Mulheres livres e "empoderadas" são aquelas que tem uma arma e que colocam medo em qualquer potencial criminoso.

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