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O Estudante ousado no Brasil e seus desafios.



Por Matheus de Sá            

Ser um estudante sério no Brasil é, e não estou exagerando, um ato de extrema coragem. Esses indivíduos quando posicionam-se contra a ideologia monopolizante numa determinada instituição são logo de cara humilhados por pseudo-intelectuais que se sentem superiores pelo simples fato de terem em mãos um diploma universitário ou por lerem meia dúzias de livros marxistas por ano.

O simples ato de um estudante divergir ou questionar o conteúdo de um livro “didático” ou uma fala de um professor é encarado, não só pela instituição, mas pelos próprios colegas de turma, como tentativa desesperada de chamar atenção através de uma afronta a autoridade de quem está ministrando a aula.

Mas não há motivo para tanto espanto já que a educação brasileira, altamente controlada pelo Estado, não é utilizada para fomentar no estudante senso critico, instigar a fome por conhecimento ou estimular a busca por uma sociedade melhor, mas sim para reduzir a mente desses estudantes a uma caixa de imbecilidades e crenças perigosas.

O sistema educacional brasileiro vem sendo usado insistentemente para doutrinar a juventude a seguir uma ideologia. Para adorar políticos e líderes autoritários ao redor do mundo, além de instigar a participação em movimentos sociais de esquerda organizados pelos próprios partidos e financiados, sem sombra de dúvida, pelo povo brasileiro.

A minoria de estudantes sérios, libertários e conservadores, se veem quase sempre sozinhos em meio à ignorância presente nesses ambientes. É necessário agora unir-se a pessoas convergentes com sua forma de pensar e promover debates a fim de buscar soluções para a situação brasileira hoje.

A respeito dos estudantes que mantém seus olhos fechados, é preciso que a estes seja apresentada uma outra opção, uma gama de obras nem sequer comentadas. É preciso fomentar neles o ato do questionamento e do protesto sadio. Já que não podemos contar com a conduta de nossos educadores e de nosso material didático, ajudemos então uns aos outros. Esta é a única forma de vencer o Foro de São Paulo e todo esquema cultural da esquerda no ocidente.   

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