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Por que não levar o Socialismo a sério (parte 3/3): Social

Por Rafael Coimbra

Eis a ultima parte da série "Por que não levar o Socialismo a sério".

Sociedade é um conjunto de seres que convivem de forma organizada. A palavra vem do Latim societas, que significa "associação amistosa com outros". Por sua vez, a palavra "amistoso" tem um significado de "amigável, próprio de amigo".

Após os 2 temas elaborados tratando o quanto é inviável a alternativa de um convívio socialista, falar sobre a inviabilidade do mesmo no meio da sociedade chega quase a ser um pleonasmo. Em um complexo sistema de máquinas, sabemos que engrenagens não devem ter suas rotações no mesmo sentido. Se uma gira para direita, a outra, obrigatoriamente, deverá girar para esquerda. Caso contrário, a máquina entraria em colapso.

Podemos exemplificar isso como o funcionamento da sociedade; não se pode ter padrão social. Cada indivíduo, com sua individualidade, ingressa para si um sistema de vida engajada em sua livre espontânea vontade. Uma possível conexão entre uma sociedade só dará certo em pleno organismo social livre que tem escolha e tem suas diferenças estabelecida e na naturalidade de cada um.

O mercado acelera seus processos gerando emprego, excitando a economia em busca de satisfazer essas diferenças que existem. Liberdade na sociedade significa que um homem depende tanto dos demais como estes dependem dele. A sociedade, quando regida pela economia de mercado, pelas condições da economia livre, apresenta uma situação em que todos prestam serviços aos seus concidadãos e são, em contrapartida, por eles servidos.

Acredita-se que existem na economia de mercado chefões que não dependem da boa vontade e do apoio dos demais cidadãos. Os capitães de indústria, os homens de negócios, os empresários seriam os verdadeiros chefões do sistema econômico. Mas isso é uma ilusão. Quem manda no sistema econômico são os consumidores. Se estes deixam de prestigiar um ramo de atividades, os empresários deste ramo são compelidos ou a abandonar sua eminente posição no sistema econômico, ou a ajustar suas ações aos desejos e às ordens dos consumidores.


Assim como o socialismo não é viável para o sistema econômico e moral (como mostramos antes), a sociedade em si não saberia se submeter a um regime socialista. Padrões sociais nunca foram o forte para a mente humana. Sempre, ao longo da história, vimos o quanto individuais somos de todas as formas possíveis, tanto culturais, religiosas, filosóficas, etc.

Não existe o "bem maior" e o "mais viável" para sociedade em nível padronizado. A melhor forma de uma evolução social é o individualismo. É o livre e espontâneo acordo. E, por fim, o voluntarismo. Mesmo que muitos dos socialistas neguem que o socialismo não prega padrões sociais, ele entraria em um engano e num "loop" infinito. Se ele apoia apenas o controle econômico, como ele fugiria de assumir que não controla padrões sociais sendo que o mercado lidera toda interação humana?

Texto: Racionalidade Política

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