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Liberais querem que os pobres se tornem ricos

Por Luís Henrique

No Brasil, existe um paradigma errôneo sobre a beneficiação ideológica somente para determinadas camadas da sociedade. Acredita-se veementemente que a esquerda, com todos os seus discursos enfeitados com um alto teor de populismo e romantismo, lutam mesmo pelos pobres e, melhorariam a vida deles caso chegassem ao poder. Mostrarei neste artigo, que a melhoria das camadas mais baixas da sociedade, só veio e virá através do liberalismo econômico.


Uma das características essenciais de uma economia de livre mercado, é a produção em massa de mercadorias destinadas ao consumo do povo. Pode-se constatar isso através dos comerciais de televisão, que na maioria das vezes, divulgam produtos como smartphones e carros populares, que são em suma, produtos consumidos por todas as camadas sociais. A tendência disso, é uma contínua melhora na qualidade de vida, e o enriquecimento progressivo de muitos. O capitalismo é para o “homem comum” e o eleva à posição de “burguês”.

No mercado de uma sociedade capitalista, o homem comum é o consumidor soberano, aquele que, ao comprar ou ao se abster de comprar, determina em última análise o que deve ser produzido e em que quantidade deve ser produzido. As lojas e fábricas por sua vez, suprem exclusivamente ou predominantemente os pedidos dos cidadãos mais abastados em relação a artigos de luxo, pois os mesmo, exercem apenas um papel secundário no cenário econômico de mercado. Elas nunca atingem a dimensão de grandes empresas. As grandes empresas servem sempre - diretamente ou indiretamente - às massas.

Sob o capitalismo, o homem comum desfruta de vantagens que, em épocas passadas, eram desconhecidas e portanto inacessíveis até mesmo aos mais ricos, Mas, com certeza, automóveis, televisores e geladeiras não fazem o homem feliz. No momento em que os adquire, ele pode sentir-se mais feliz do que antes, porém, à medida que alguns de seus desejos são satisfeitos, surgem novos. Pois, como já dizia o filósofo brasileiro Clóvis Barros Filho, o homem, é um ser desejante. Também posso citar o austríaco Ludwig von Mises, e a sua praxeologia que inspira a procura incansável do homem por encontrar situações sempre mais aconchegantes do que a que se encontra atualmente, e assim é o instinto humano.


Então, cá entre nós, se você quer mesmo ajudar os pobres, seja liberal. E lute pela procura de um maior poder aquisitivo para todas as camadas da sociedade, afinal, ninguém melhor do que você, para saber o que é melhor para você. E o poder de escolha, só virá através de uma sociedade capitalista e o aumento progressivo do poder aquisitivo de todas as camadas, que só pode vir, através do capitalismo de mercado.

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