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Conversando sobre o Estatuto do Desarmamento

Por Benjamin Lopes

Uma placa logo na chegada à cidade do Texas diz: "Bem-vindo ao Texas. Não mexa com o Texas. Os nossos cidadãos têm armas escondidas. Se você matar alguém, vamos matá-lo de volta. Nós gostamos de tiroteios - É uma tradição texana. Temos 120 prisões - desfrute de sua estadia."

O Brasil é o país com mais homicídios - cerca de 60 mil por ano segundo a OMS (dados de 2014). A Suíça, ainda segundo a OMS, é o terceiro país com menos homicídios. Aqui, no Brasil, existe o Estatuto de Desarmamento; lá, na Suíça, existe a tradição dos civis terem armas (cerca de 2 milhões de armas espalhadas entre 6 milhões de habitantes).

Sim, eu quero conversar sobre armas. Mais especificamente, iremos conversar sobre o Estatuto do Desarmamento. Aquele aprovado sem o devido apoio da sociedade brasileira que prejudicou a segurança de todos os brasileiros, incluindo a sua e a da sua família (em 2005, o referendo realizado sobre o Estatuto do Desarmamento resultou em 63% da população votando “não” - isto é, contra ele).

Segundo os desarmamentistas ele - o estatuto - deve ser defendido em nome da paz entre os indivíduos. Um belo motivo, não? A motivação pode parecer bonita, mas não corresponde com a realidade. Os justos ficaram sem armas para defenderem a própria vida, casa, e família. Os criminosos continuaram armados (afinal, a principal característica de um criminoso é exatamente o desrespeito às leis). Não bastam belas palavras e motivações aparentemente boas. É necessário entender o impacto real das ações políticas. É necessário defender soluções realistas quando o assunto é importante. E ao falarmos sobre armas estamos falando sobre a proteção de vidas.

A segurança das pessoas parece-me algo muito importante, portanto serei realista e objetivo: uma arma pode proteger a sua vida, da sua esposa, do(a) seu filho(a). Uma arma na sua casa pode evitar furtos, assassinatos e estupros. Como poderia ter evitado o estupro e assassinato de uma campo-grandense de 31 anos e o abuso sexual de sua filha de 11 anos (em 21 de janeiro de 2016 no Paraná). Quantos cidadãos ajoelharam-se para bandidos implorando pela vida e acabaram mortos? Basta uma rápida busca na internet para perceber que foram muitos, como foi o caso do motorista de ônibus escolar Francisco Morato (em 2013).

Considera pouco o exemplo da Suíça e dos crimes citados? Então qual é a sua opinião sobre os EUA e Cuba? Os Estados Unidos da América é um país democrático, desenvolvido, e em relação ao Brasil bastante seguro. Cuba é mais uma ditadura socialista que obriga indivíduos a viverem na miséria. Nos EUA ter armas é normal, não é crime. Em Cuba, era normal antes do regime Castro começar. Assim que a implantação do socialismo começou, os civis tiveram que entregar suas armas (e logo que entregaram a ditadura foi oficializada). Na ditadura de esquerda nem mesmo a liberdade religiosa foi respeitada.

Outro exemplo da relação entre desarmamento e ausência de liberdade é a China comunista (você pode pesquisar outros casos semelhantes no site Defesa.org). Como relacionar as liberdades individuais, entre elas a religiosa, com o desarmamento? A resposta para essa dúvida é uma pergunta rápida: como os indivíduos desarmados podem reagir ao governo armado? Não podem, um povo sem munição e pólvora dificilmente terá outra opção além da rendição.

Se você compreendeu a necessidade e a importância de portar pelo menos uma, então ajude na mudança do Estatuto do Desarmamento para que você - dentro da legalidade - possa evitar traumas contra o Brasil e contra os seus semelhantes. Pesquise sobre o Projeto de Lei 3722/2012 que garantirá ao cidadão sem precedentes criminais e psicologicamente apto o direito de possuir armas. Após pesquisar, entre em contato com os deputados federais eleitos declarando o seu apoio ao projeto e solicitando que eles façam o mesmo.

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