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Entenda porque o real desvalorizou tanto em 2015



Por Pedro Augusto

Um dos pontos da matriz econômica de Dilma Rousseff era a desvalorização do real para torná-lo mais competitivo no mercado internacional, a chamada taxa de câmbio competitiva. A desvalorização da moeda a barateou e propiciou aumentos no número das exportações, já que os produtos brasileiros possuíam menor preço, resultando em ganhos para os exportadores.

No entanto, desvalorizar o real encareceu as importações. Com a desvalorização da moeda, quando um bem chegar ao Brasil terá um preço maior. Você pode constatar isto através do aumento do preço do pão que é originário do trigo.

A saída de dólares é outro fator. Antes de explicar porque isto aconteceu e suas consequências, tenha em mente que quanto menos há um bem o qual possua valor para o mercado, mais valorizado ele é. Há uma diminuição da quantidade de dólar no Brasil, além de empresas diminuírem investimentos ao verem a impossibilidade de lucros futuros. Ou seja: a dificuldade criada pelo governo brasileiro e as crises políticas geraram desconfianças no mercado e levaram a fuga de investimentos.

A falta de inovação dos produtos brasileiros também é outro problema, que atrelada a péssima infraestrutura do país encarece os produtos, faz os investimentos serem cada vez menores no país, além dos produtores também serem menos competitivos no mercado internacional. Tudo isto desvaloriza os produtos nacionais diante do mercado mundial, que inova mais, que possui melhor qualidade, que transporta com mais rapidez etc.

Cada fator citado, somada a grande burocracia, impostos e regulação do mercado brasileiro, ajuda na saída de de investimentos e perda da competitividade da moeda no mercado internacional. Com o real desvalorizado perde aqueles de menor poder aquisitivo, porque como já foi falado, os produtos importados acabam chegando mais caros no Brasil.

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