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Não há motivos para comemorar a não-reorganização das escolas


Por Christian Gonzaga

Alunos de São Paulo comemoram a revogação da reorganização das escolas públicas. Entretanto, indaga-se: há realmente motivos para comemorar?

Há realmente motivos para comemorar quando a educação permanecerá péssima? Nada, literalmente, irá mudar. Continuaremos a ter professores incompetentes, alunos sem interesse nas aulas, escolas em ruínas e materiais em falta.

Há realmente motivos para comemorar quando a educação brasileira sofreu corte de R$ 9 bilhões do governo federal? Aliás, intrigante destacar que os mesmos manifestantes dessas últimas semanas em nada se pronunciaram a respeito disto, permaneceram calados. Por que será? Ah, claro, se tratava de ato praticado por sua presidente populista, logo como já dito em meu artigo anterior. Quando de conduta maliciosa do governante populista, seus eleitores fecham os olhos e nada fazem.

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Há realmente motivos para comemorar quando professores continuarão a ser espancados e sofrendo os mais diversos tipos de agressões? Quantos alunos ainda baterão em seus mestres porque eles simplesmente pegaram seus celulares?

Há realmente motivos para comemorar quando todos os manifestantes dessas semanas simplesmente vão se calar diante de outra medida absurda do governo federal populista? Frise-se que em uma esmagadora maioria, os protestantes são alunos que “não querem nada com a vida”. Basicamente só estão ali pela bagunça, achando que se trata de festa. Ou melhor, só protestam contra aquilo que os convém.

Há realmente motivos para comemorar quando os manifestantes são todos contraditórios? Gritando de um lado que desejam uma educação mais livre, mas ao passo que o Estado ainda a controle? Perdoem-me a sinceridade, mas ser livre e requerer presença estatal é totalmente impossível.

Há realmente motivos para comemorar quando a educação brasileira é menos valorizada que um jogador de futebol?



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